quarta-feira, 23 de julho de 2014
Mauro Petry é candidato a Deputado Estadual pelo Solidariedade.
Mauro Petry é candidato a Deputado Estadual pelo Solidariedade.
Ficha do Mauro Petry
Nome: Mauro Luiz Petry
Idade: 53 anos (17/03/1961)
Naturalidade: São Sebastião do Caí
Estado Civil: Separado(a) judicialmente
Ocupação: Vendedor Pracista, Representante, Caixeiro-Viajante e Assemelhados
Escolaridade: Ensino Médio completo
Ficha do Candidato a Deputado Estadual Mauro Petry 77777
Cargo a que concorre: Deputado Estadual
Nome para urna: Mauro Petry
Número: 77777
Estado: Rio Grande do Sul
Partido: Solidariedade
Coligação: Esperança por um Rio Grande Melhor (PSDB / SD / PRB)
domingo, 26 de janeiro de 2014
SINDICÂNCIA DE CONTROLE INTERNO FEITO PELA VICE IVETE GRADE
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
PEC acaba com auxílio-reclusão de criminoso e cria benefício para vítimas de crimes
PEC acaba com auxílio-reclusão de criminoso e cria benefício para vítimas de crimes
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
AM: MPF denuncia 25 pessoas ligadas a prefeito acusado de pedofilia
AM: MPF denuncia 25 pessoas ligadas a prefeito acusado de pedofilia
Denúncias são desdobramento de um dos processos resultantes da operação Vorax
O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM) apresentou à Justiça, nesta terça-feira, denúncia contra 25 pessoas ligadas ao atual prefeito da cidade de Coari, Manoel Adail Amaral Pinheiro (PRP), nas alegações finais do processo judicial que tramita na 2ª Vara Federal no Amazonas de um dos processos resultantes da operação Vorax, deflagrada em 2008.
Por conta do foro privilegiado do prefeito, o processo referente a Adail Pinheiro foi desmembrado assim que ele reassumiu o cargo, em 2013, e atualmente tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. O processo também foi desmembrado em relação a um réu inicialmente denunciado e que não foi encontrado durante a fase de instrução.
Pinheiro é acusado também de comandar uma rede de prostituição infantil e de abusar sexualmente de meninas da cidade.
As investigações do MPF apontam que o grupo simulava licitações realizadas na cidade através da participação de diversas empresas em nome de laranjas, para que o vencedor sempre fosse algum integrante da organização criminosa que controlava a empresa de fachada. Entre os réus estão empresários e funcionários públicos próximos ao prefeito. Segundo o MPF, eles tiveram participação no grupo criminoso responsável pelo desvio de milhões de reais dos cofres da prefeitura da cidade através de fraudes em licitações. O dinheiro deveria ter sido aplicado em saúde, educação e melhorias de saneamento básico e urbanização de Coari, entre outras áreas, mas foi desviado ao longo de vários anos.
O vencedor da licitação ficava com parte do dinheiro e entregava a outra parte ao prefeito, muitas vezes sem que o produto ou serviço chegasse a ser entregue. Segundo o MPF, mesmo quando o serviço ou produto era entregue, o valor era superfaturado para que parte do dinheiro fosse desviado.
O MPF pediu a condenação dos 25 réus pela prática de crimes contra a fé pública, formação de quadrilha, crime de responsabilidade, lavagem de dinheiro e crimes contra a Lei de Licitações. As penas individuais para esses crimes variam entre um e 12 anos de prisão, mas a promotoria sustenta que as penalidades devem ser aumentadas e ao final, somadas, porque os crimes foram praticados de forma continuada e em várias ocasiões.
O MPF pediu também benefício de delação premiada para alguns réus que colaboraram com a investigação e pediu a absolvição de dois réus inicialmente denunciados.
O processo ainda deverá aguardar as alegações finais de todos os réus antes de retornar para análise e sentença do juiz da 2ª Vara Federal.
Operação Vorax
As investigações sobre o esquema começaram em 2004, com base em uma representação encaminhada pelo MPF à Polícia Federal, que relatou haver irregularidades na execução de convênio firmado entre a prefeitura de Coari e a União, por meio do Ministério do Meio Ambiente, para a construção de um aterro sanitário no município.
Durante a operação, em 2008, a Polícia Federal cumpriu mandados de prisão preventiva e apreendeu quase R$ 7 milhões em dinheiro no forro de uma casa em um conjunto habitacional construído pela prefeitura, em Coari, que seriam apenas uma parte dos recursos públicos desviados pelo grupo.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Conselho aprova perda de mandato e cassação de Donadon voltará ao plenário
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Junta médica da Câmara rejeita aposentadoria imediata para Genoino
Junta médica da Câmara rejeita aposentadoria imediata para Genoino
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Genoino, Delúbio e Dirceu dizem que não aceitam humilhação
Genoino, Delúbio e Dirceu dizem que não aceitam humilhação
Tratado permitiria que Itália concedesse 'perdão' a Pizzolato
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Juiz que executa penas do mensalão no DF é substituído
Juiz que executa penas do mensalão no DF é substituído
Joaquim Barbosa estaria insatisfeito com a conduta do magistrado. O substituto é o juiz Bruno André Silva Ribeiro, que seria mais rígido
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Dilma diz defender 'seguranca' e não 'controle' da internet
Dilma diz defender 'seguranca' e não 'controle' da internet
Bandeira central no discurso que a presidente fez na terça-feira na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, Dilma disse que seu governo não concorda com 'esse tipo de controle', mas quer propor legislação internacional evitar que 'a nova guerra se dê dentro do mundo cibernético'.
Desde que o Planalto reagiu às denúncias de espionagem atribuídas à Agência Nacional de Segurança americana (NSA), analistas e jornalistas têm criticado o que dizem ser um desejo do Brasil de se separar da internet americana ou promover o controle da rede por meio de uma entidade como a ONU.
O governo alega que os projetos em discussão dizem respeito à instalação de cabos submarinos entre o Brasil e outros países, o que evitaria o roteamento dos dados brasileiros pelos EUA, e legislação que obrigaria empresas estrangeiras a manter os dados de cidadãos brasileiros no Brasil, e não no exterior.
'Nós não estamos pedindo interferência da ONU, não estamos dizendo 'ONU, controle a internet'', disse Dilma. 'Nós não concordamos com esse tipo de controle. Nós estamos dizendo 'ONU, preserve a segurança, não deixe que a nova guerra se dê dentro do mundo cibernético, com hackers e tudo''.
No discurso na Assembleia Geral, Dilma havia afirmado que o Brasil apresentará propostas para criar um 'marco civil' multilateral para garantir a liberdade de expressão na internet, estabelecer uma governança democrática e multilateral da rede e preservar o seu caráter de universidade, diversidade e neutralidade.
A presidente acredita que as discussões sobre o marco civil de gerenciamento no Brasil, das quais participam governo, empresas e entidades da sociedade civil e outras partes interessadas, será uma boa 'base para apresentarmos propostas internacionais'.
Relação com os EUA
Mas a presidente disse que 'nada do que foi dito era desconhecido pelas autoridades americanas' e afirmou que o Brasil não tem 'a menor responsabilidade (no) processo que desencadeou (a tensão)'.
Questionada sobre as relações do Brasil com os EUA após o incidente, Dilma afirmou que 'essa resposta tem de ser construída a partir de medidas que devem ser tomadas'.
'A relação do Brasil com os EUA é uma relação estratégica para os dois países e não é possível deixar isso que está acontecendo sem controle', disse Dilma.
Entretanto, a presidente expressou que espera que venham esclarecimentos, pois a relação EUA-Brasil 'ultrapassa (o indicente) e tem sua dinâmica'.
O presidente Barack Obama disse que o processo de revisão dos procedimentos da NSA levaria 'meses' - sem precisar exatamente que procedimentos serão feitos e quantos meses serão necessários.
Em sua participação, a presidente procurou tranquilizar investidores ao afirmar que o Brasil respeita contratos e que honrar compromissos é uma política 'de Estado', não de governo.
Ela enfatizou que o crescimento brasileiro, ancorado no incremento e na distribuição da renda, elevou a demanda por serviços e infraestrutura.
'Vocês aqui nos EUA têm 400 mil ônibus escolares. No Brasil, não é assim. Nós estamos criando o ônibus escolar padronizado no início do século 21', exemplificou Dilma. 'Vocês fizeram as ferrovias. Meu país, que tem dimensões continentais e é um dos principais exportadores de minérios, não tem uma malha ferroviária.'
A presidente reforçou que o Brasil tem bases fiscais e macroeconômicas boas para se aproveitar a retomada econômica mundial, e arrancou aplausos da plateia quando disse que está investindo na formação de mão-de-obra necessária para suprir a demanda.











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