quarta-feira, 19 de junho de 2013

Com 30 mil, protesto no Castelão tem dezenas de feridos

Com 30 mil, protesto no Castelão tem dezenas de feridos


O saldo do confronto do Batalhão de Choque com os manifestantes do movimento "Mais Pão, Menos Circo"...
O saldo do confronto do Batalhão de Choque com os manifestantes do movimento "Mais Pão, Menos Circo" até agora, em Fortaleza, nos arredores do Castelão, que protestam contra a realização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo no Brasil, é de oito policiais militares feridos, dois jornalistas atingidos, dezenas de manifestantes feridos com balas de borracha e uma viatura da Autarquia de Trânsito incendiada.

Cerca de 30 mil pessoas tentam marchar para Arena Castelão, onde acontecerá às 16 horas o jogo Brasil x México, pela segunda rodada do Grupo A da Copa das Confederações. O bloqueio feito pelos policiais é na Avenida Alberto Craveiro, principal via de acesso ao estádio. A BR-116 foi interditada pelos manifestantes. Eles traçam uma estratégia de driblar o pelotão para avançar rumo ao Castelão.

Os policiais usam bombas de efeito moral e montam barreiras para evitar que a multidão, que revida com pedras, se aproxime do estádio. Uma manifestação semelhante aconteceu no último sábado, dia da estreia do Brasil na Copa das Confederações, contra o Japão, nos arredores do Estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha.

Os protestos também podem acontecer dentro do Castelão, nesta quarta, durante o jogo entre Brasil e México. Manifestantes se mobilizam nas redes sociais para quem estiver no estádio faça sua crítica à competição, com pedidos, inclusive, para que os torcedores fiquem de costas para o gramado no momento de execução do Hino Nacional.

Popularidade de Dilma despenca em nova pesquisa Ibope e tensão cresce no Palácio do Planalto

Popularidade de Dilma despenca em nova pesquisa Ibope e tensão cresce no Palácio do Planalto

Descendo a ladeira – De acordo com pesquisa CNI/Ibope, cujos resultados foram divulgados nesta quarta-feira (19), a aprovação do governo Dilma Rousseff caiu de 63%, em março, para 55%, em junho. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O índice de aprovação de 55% é representado por entrevistados que consideram o governo da neopetista Dilma “bom” ou “ótimo”, segundo o levantamento do Ibope, que ouviu 2002 pessoas com mais de 16 anos em 142 municípios, entre os dias 8 e 11 deste mês. É bom lembrar que esse contingente de entrevistados representa 0,1% da população brasileira.
Já o índice dos que consideram o governo “regular” passou de 29% para 32%. O contingente dos que consideram o governo “ruim ou péssimo” saltou de 7% para 13%. O que mostra que a situação de Dilma Rousseff não é das mais confortáveis e que o governo está à deriva.
A situação deve piorar ainda mais, pois a pesquisa em questão foi realizada antes do início dos protestos que tomaram as ruas do País.
Renda
De acordo com a pesquisa, a piora na avaliação do governo ocorreu em todos os grupos de renda, mas com intensidade maior entre os que têm remuneração maior.
Entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo, houve uma queda de 5 pontos percentuais na proporção de “ótimo” ou “bom”. Entre os que possuem renda de 2 a 5 salários mínimos e de 5 a 10 salários mínimos a queda foi de dez pontos percentuais. No grupo de entrevistados com mais de dez salários mínimos, a aprovação do governo caiu 21 pontos percentuais.
Missa encomendada
O mais interessante nesse cenário de crise política é que alguns veículos de comunicação, assíduos frequentadores do caixa do Palácio do Planalto, insistem em poupar Dilma Rousseff, afirmando que os protestos não são contra o governo ou a presidente. Como se sabe, esse tipo de comportamento é obra de profissionais da imprensa que protegem os donos do poder à sombra de um escambo espúrio e condenável.
A chiadeira popular está apenas começando e as pesquisas vindouras, se não foram manipuladas, mostrarão o grau de descontentamento da população em relação ao um governo incompetente e paralisado, mas que faz da pirotecnia oficial a maior de suas realizações.

Ivete Grade determina auditoria na Prefeitura

Ivete Grade determina auditoria na Prefeitura

Ivete Grade determinou auditoria| Créditos: Isaías Rheinheimer | O Diário

Estância Velha - A prefeita em exercício Ivete Grade assinou nesta manhã o documento onde determina ao Controle Interno uma auditoria para averiguar tudo o que se passou pelas secretarias de Administração e Fazenda, de janeiro a maio deste ano. Sem citar nomes, a prefeita pediu que o Controle Interno dê atenção especial aos contratos com prestadoras de serviço na área de limpeza.

Na última sexta-feira, quando anunciou a demissão de cinco CC's, entre os quais o secretária da Administração e Fazenda Tarcísio Staudt, Ivete Grade anunciou que estava estudando a possibilidade de realizar uma auditoria. 
Em 20 dias, o  Controle Interno deverá concluir o serviço.

sábado, 1 de junho de 2013

Com nariz de palhaço, familiares de vítimas entregam pizza na CPI da Kiss


Com nariz de palhaço, familiares de vítimas entregam pizza na CPI da Kiss

Primeira sessão depois da soltura de acusados é marcada por protestos.
Tragédia matou 242 pessoas na casa noturna; dois seguem internados.



A primeira sessão da CPI que investiga o incêndio da Kiss na Câmara dos Vereadores de Santa Maria foi marcada por protesto de familiares na manhã desta sexta-feira (31). Antes do início da sessão, os familiares instalaram faixas e cartazes lembrando as 242 vítimas da tragédia (veja o vídeo abaixo). Ao final da sessão, usando nariz de palhaço, manifestantes entregaram uma pizza à presidente da comissão, vereadora Maria de Lourdes Castro.
Não havia policiamento no momento da confusão, que durou poucos minutos. Outros familiares também já se encontravam no local para acompanhar a CPI.Antes da sessão, houve um desentendimento entre familiares e uma funcionária. A discussão ocorreu já dentro do prédio da Câmara. Também houve troca de empurrões envolvendo a avó de uma das vítimas. "Minha neta está morta", argumenta a mulher, aos gritos.
 Segundo os familiares, a confusão começou após comentários da funcionária. Ela teria dito ser a favor da soltura dos quatro réus, e reclamado da presença do grupo, que chegou cedo ao local, com faixas e cartazes. Após os depoimentos, os familiares planejam seguir em caminhada pelas ruas da cidade. Pouco antes das 10h30, uma nota de esclarecimento foi publicada no site do órgão. Confira a íntegra:
  "A Câmara de Vereadores de Santa Maria lamenta o incidente ocorrido na manhã desta sexta-feira (31), envolvendo uma servidora desta Casa e familiares das vítimas da tragédia da boate Kiss. Trata-se de uma situação isolada, em que a postura de uma servidora não representa o posicionamento deste Poder Legislativo. A cópia das imagens capturadas pelas câmeras de segurança já foram solicitadas ao setor administrativo para análise e posterior providências, caso necessário. A Câmara de Vereadores se solidariza com a dor dos pais e familiares das vítimas e reitera se tratar de episódio isolado, devendo ser analisado e discutido administrativamente." 
 Liberdade provisória dos réus
O pedido de liberdade provisória partiu do advogado Omar Obregon, que representa o vocalista do grupo que tocava na boate Kiss no momento em que iniciou o incêndio. A decisão de conceder a eles liberdade provisória foi tomada por unanimidade entre os desembargadores da 1ª Câmara que os quatro réus não representam riscos para o processo e para as vítimas e que não há mais o clamor social que justifique a prisão preventiva. Na mesma seção, eles negaram o pedido de anulação de recebimento da denúncia.
Os sócios da casa noturna Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann e os integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo dos Santos e o produtor Luciano Bonilha Leão, deixaram a prisão em Santa Maria ainda na noite de quarta.O Ministério Público já confirmou que vai entrar com um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) nos próximos dias para tentar reverter a liberdade provisória. Segundo os promotores Joel Dutra e Maurício Trevisan, de Santa Maria, o prazo para recorrer é de cinco dias. A data que o MP deve formalizar o recurso não foi divulgada.
Os sócios da casa noturna Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann e os integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo dos Santos e o produtor Luciano Bonilha Leão, deixaram a prisão em Santa Maria ainda na noite de quarta.




1,3 bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas anualmente

1,3 bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas anualmente

(Direto no lixo – A campanha deste ano da ONU para o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no próximo dia cinco de junho, é “Pensar. Comer. Conservar – Diga Não ao Desperdício”, que visa diminuir a enorme quantidade de alimentos próprios para o consumo que é desperdiçada por consumidores e comerciantes.
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), parceira do PNUMA na campanha, informa que 1,3 bilhão de toneladas de comida são jogadas fora por ano. Segundo o órgão, isso é equivalente ao produzido na África Subsaariana no mesmo período. Uma em cada sete pessoas no mundo passa fome e mais de 20 mil crianças com menos de cinco anos morrem todos os dias por conta de desnutrição.
Dado esse enorme desequilíbrio e seus efeitos devastadores no meio ambiente, a campanha busca incentiva as pessoas a pensarem no impacto ambiental das suas escolhas relativas à alimentação.
Para o presidente da Frente Parlamentar de incentivo à cadeia produtiva da reciclagem, o deputado federal Adrian (PMDB/RJ), as pessoas precisam ser mais sensíveis ao tema da reciclagem. “O hábito de reciclar é um exercício diário e caseiro também. Há diversas formas que a dona-de-casa pode reaproveitar alguns alimentos. Em uma visão macro, a reciclagem gera receita, empregos e preserva o meio ambiente, mas sem as ações individuais, o impacto é reduzido”, avalia o parlamentar.
O parlamentar lembra que a produção global de alimentos ocupa 25% das terras habitáveis e é responsável por 70% do consumo de água potável, 80% do desmatamento e 30% das emissões de gases estufas.CicloVivo)

PMDB ameaça dar apoio a Campos em 6 Estados

PMDB ameaça dar apoio a Campos em 6 Estados

O estremecimento da relação entre PT e PMDB no Congresso reflete e contamina a formação de palanques estaduais que darão sustentação ao projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Apesar da entrada do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e da própria petista na costura de alianças regionais para 2014, peemedebistas resistem a se aliar ao PT em Estados estratégicos e ameaçam se coligar com o PSB, do governador de Pernambuco Eduardo Campos, provável candidato à Presidência.

Em Estados onde a situação azedou, o PMDB já usa a aproximação com Campos como uma forma de emparedar o PT. O discurso em favor do pernambucano passou a funcionar como ferramenta de pressão contra os petistas, com um único objetivo: obter condições mais favoráveis de negociação nos Estados.

O principal foco de insatisfação com o PT começou no Congresso. Ficou evidente durante a aprovação da MP dos Portos na Câmara e, depois, na apresentação do pedido de abertura da CPI da Petrobras. Deputados reclamam da articulação política da presidente e defendem, nos bastidores, a candidatura de Campos. "Ele será o novo presidente da República. Há um grande desgaste com o PT", declarou um parlamentar do PMDB.

Na eleição presidencial de 2010, o PMDB também ameaçou se rebelar. A diferença é que, agora, há uma alternativa ao PT dentro do campo governista, com Campos, o que garante aos peemedebistas uma tentativa de amenizar a cisão: o apoio não é para o PSDB, da oposição, mas para um partido aliado à própria Dilma.

A presidente, que não costuma entrar diretamente na costura política, começou a agir para apaziguar a aliança. Viajou a Estados em que a relação não estava boa, participou de jantares com bancadas estaduais e até interpretou o Canto Alegretense, num ato de simpatia com os peemedebistas conflagrados do Rio Grande do Sul.

O discurso peemedebista pró-Campos está mais vitaminado em Estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rondônia e Bahia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

PROPOSTA DE GOLPE CONTRA O SUPREMO: Este deputado tucano deu seu OK à manobra do lulopetismo. Deveria ir já para o PT!


PROPOSTA DE GOLPE CONTRA O SUPREMO: Este deputado tucano deu seu OK à manobra do lulopetismo. Deveria ir já para o PT!

Deputado João Campos (PSDB-GO), que relatou favoravelmente à proposta golpista do lulopetismo: por que não muda logo para o PT? 
Amigas e amigos do blog, o senhor da foto acima é o deputado João Campos, do PSDB de Goiás, um ilustre e absoluto desconhecido fora de seu Estado, e autor de uma proeza contra as instituições democráticas.
Foi esse deputado tucano, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, o deputado responsável pelo relatório (estudo aprofundado da questão) e por voto favorável à proposta de emenda à Constituição apresentada pelo deputado petista Nazareno Fontenele que é inconstitucional, antidemocrática, absurda e obscena e visa castrar e vilipendiar o Supremo Tribunal Federal, fazendo com que decisões da Corte sobre a constitucionalidade de leis aprovadas pelo Congresso devam posteriormente ser examinadas, e eventualmente revogadas, pelo próprio Congresso.
O cabrito tomando conta da horta.
Metaforicamente, o bandido decidindo se deve ou não deixar a cadeia.
O Congresso sendo senhor absoluto e definitivo da validade das leis, colocando-se acima dos demais Poderes do Estado e contrariando a própria Constituição, a tradição democrática de todo o Ocidente — segundo as quais quem zela pela constitucionalidade das leis é o Supremo Tribunal — e as mais elementares normas do bom senso.
Ao aprovar, com entusiasmo, a proposta espantosa do deputado do PT, o deputado João Campos disse exatamente o contrário do que a proposta significa, pois iria prevenir a “hipertrofia” do Supremo Tribunal, e proferiu a seguinte bobagem:
– Ao valorizar a soberania popular, a proposta contribui para o diálogo e a harmonia entre os Poderes Judiciário e Legislativo e preserva a separação dos poderes.
“Diálogo” e “harmonia”? Com o Supremo encabrestado e pisoteado, tendo seus julgamentos definitivos — que a Constituição lhes atribui — sujeitos à revisão dos políticos?
Como haver “diálogo” e “harmonia” se — a hipótese é absurda de propósito, para acentuar o absurdo do que dela decorreria — o Congresso, digamos, aprovasse no futuro uma emenda à Constituição proibindo que haja qualquer jurista no Supremo, e que suas 11 vagas deveriam ser preenchidas por funcionários da Petrobras.
Imediatamente o procurador-geral da República ou outras das entidades que têm poder para tanto encaminhariam uma Ação Direta de Inconstitucionalidade ao Supremo, para julgamento.
O Supremo, é óbvio, consideraria que a emenda é maluca e inconstitucional.
Aí, sempre no campo das hipóteses absurdas, essa decisão do Supremo precisaria voltar para o Congresso, que teria aprovado a loucura de preencher o tribunal com funcionários da Petrobras, e o Congresso poderia derrubar a decisão do Supremo.
Para vocês verem o tamanho da encrenca. Viraríamos uma ridícula República de Bananas!
Felizmente, o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) — que, diga-se, nunca foi durante sua longa carreira nenhum padrão de político — houve por bem barrar por ora o andamento dessa barbaridade.
Ele suspendeu a instalação de uma “comissão especial” que deveria — de acordo com a proposta do deputado petista, endossada pelo deputado tucano — ser instalada para analisar a proposta antes de ela começar a tramitar pela Câmara e, posteriormente, pelo Senado.
O presidente da Câmara explicou que aguardará um estudo jurídico para avaliar se a proposta viola preceitos fundamentais de equilíbrio entre os Poderes., e aprovada simbolicamente (sem votação nominal) pela Comissão de Justiça.
O deputado tucano José Campos, que compactuou com a proposta antidemocrática e golpista, é deputado de primeiro mandato e delegado de polícia de carreira.
É um deputado bastante operoso, faça-se a ressalva. Muito trabalhador, embora atire, ideologicamente, para lados diferentes, e tenha uma grande preocupação em beneficiar, com seus projetos, funcionários públicos e servidores aposentados, especialmente policiais.
Também tomou várias iniciativas claramente hostis ao Supremo.
(Veja os projetos, os relatórios, os discursos e a biografia do deputadoneste link).
Alguns de seus projetos são bem interessantes, como um que cria uma entidade de controle externo dos Tribunais de Contas, nos moldes do até agora bem sucedido Conselho Superior de Justiça.
Mas, ao dar seu endosso à manobra do deputado do PT — que, como o site de VEJA explicou com detalhes e está em meu post anterior sobre o assunto, conta com o apoio da bancada governista no Congresso e é uma clara retaliação à condenação dos mensaleiros pelo Supremo –, associou-se a uma proposta insana.
Deveria ir correndo para os quadros do PT, onde seria recebido de braços abertos e aplaudido.

Coluna do

Ricardo Setti

Líder petista diz que proposta que enfraquece STF não é assunto do PT,Imagina se fosse!!!


Líder petista diz que proposta que enfraquece STF não é assunto do PT,Imagina se fosse!!!

Deputado José Guimarães (CE) rechaça que aprovação da proposta em comissão da Câmara seja 'ataque' à Corte e classifica repercussão de 'factoide'

O líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE), afirmou nesta quinta-feira, 25, que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que permite ao Congresso derrubar algumas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) não é "assunto do partido". O projeto é de autoria do deputado petista Nazareno Fonteles (PI) e foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nessa quarta, 24.

Guimarães afirmou que não houve debate sobre o tema na bancada, mas afirmou que é preciso discutir sobre a interferência entre os Poderes. "Não é um assunto do PT, a matéria não foi discutida na bancada e eu nem sabia que seria votado ontem na CCJ", disse Guimarães.

O petista classificou de "factoide" a repercussão do caso e disse que a decisão da CCJ foi normal. "É uma coisa normal, quero refutar que isso tenha sido retaliação a essa ou aquela posição do STF, aliás, o relator é do PSDB. É uma coisa absolutamente normal, não tem nada de ataque ao Supremo", disse.

Guimarães afirmou que a alegação de interferência poderia também ser usada para descrever a decisão do ministro do STF Gilmar Mendes de suspender a tramitação do projeto que inibe a criação de novos partidos. "A harmonia entre os Poderes tem de valer para todos."

O líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que a proposta aprovada pela CCJ da Câmara é "natimorta". "Aquilo ali não tem a menor possibilidade de prosperar, é uma anomalia, é uma PEC que nasce natimorta, não tem capacidade de progredir porque o bom senso impedirá", disse.
Caiado fez críticas também à decisão de Mendes. "É uma interferência clara. A matéria nem foi concluída. Eu tenho cinco mandatos e nunca vi isso na minha vida", afirmou o líder do DEM.
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Gurgel aponta 'problemas' na possibilidade de reeleição


Gurgel aponta 'problemas' na possibilidade de reeleição

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apontou nesta quinta-feira "problemas" na possibilidade de um se reeleger.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apontou nesta quinta-feira "problemas" na possibilidade de um político se reeleger. "Eu acho que a reeleição traz muitos problemas", disse, ao ser indagado sobre declaração do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que a recondução consecutiva ao cargo deveria deixar de existir. 

De acordo com reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, Aécio quer extinguir a possibilidade de reeleição de presidente, governadores e prefeitos e ampliar de quatro para cinco anos os mandatos de todos os novos eleitos. A ideia dele é que, caso aprovada, a nova regra comece a valer para os vencedores das eleições de 2014.

"Eu, que atuo como procurador-geral eleitoral, (considero que) a reeleição é, sem dúvida, uma fonte de problemas muito grande na área eleitoral. Claro que essa é uma decisão política que compete ao Poder Legislativo e ao Congresso Nacional. 

O que posso afirmar é isso. Um presidente, um governador, que concorre à eleição no exercício do cargo, isso traz, em princípio, desequilíbrio e por isso é motivo de grande preocupação para a Justiça Eleitoral. Mas, claro, é um tema que não compete ao Ministério Público decidir, mas ao Congresso Nacional", afirmou Gurgel. De acordo com ele, a presidente Dilma Rousseff não faz campanha antecipada à reeleição. Gurgel participou, em Brasília, do lançamento de um sistema que facilita a consulta a processos e inquéritos no âmbito do Ministério Público Federal (MPF).

Genoino e Cunha

Depois de criticar a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite ao Congresso derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República afirmou que os deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), condenados no julgamento do mensalão, não deveriam mais exercer o mandato parlamentar. Cunha e Genoino integram a CCJ.

"Eles estão, os dois parlamentares, no exercício do mandato parlamentar. Na visão da Procuradoria-Geral da República, não deveriam estar. Lembram que, quando o julgamento do mensalão foi concluído, eu pedi que o Supremo Tribunal Federal determinasse a imediata execução do julgado em todos os seus aspectos. Isso incluiria a impossibilidade de exercício do mandato parlamentar por pessoas condenadas naquele julgamento. Mas esse pedido, não foi deferido e hoje temos uma realidade em que eles se encontram no exercício do mandato parlamentar. Então, essa participação deles acaba ocorrendo, digamos, em razão disso", afirmou

Dilma pressiona Senado por lei de partidos,será que está com medo da Marina?


Dilma pressiona Senado por lei de partidos,será que está com medo da Marina?


Planalto mostra força e Casa acelera aprovação de proposta que dificulta criação de nova sigla de Marina e traz obstáculos a Campos


O Palácio do Planalto impôs sua força ao Senado e determinou a aprovação da urgência para a votação do projeto de lei que cria dificuldades para que novos partidos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo de TV. A proposta tem o poder de asfixiar as futuras candidaturas à Presidência da ex-ministra Marina Silva e do governador Eduardo Campos (PSB). O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

Ontem, o líder do PTB, senador Gim Argello (DF), apresentou requerimento para votar o projeto também em regime de urgência no Senado e deixou claro que estava a serviço do governo: "Isso é uma missão. Sou base do governo. Sou Dilma Rousseff. Nunca escondi isso". Até o fechamento desta edição, o requerimento estava sob análise do plenário. Em seugida, seria votado o mérito.

A urgência foi apresentada sem alarde, numa manobra para levar a votação diretamente ao plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões, o que ocorre com as propostas cuja tramitação é normal.

A direção do PT fechou questão pela aprovação do projeto e enquadrou senadores que eram contrários, como o acreano Jorge Viana. Mas o partido se dividiu mesmo assim. O senador Eduardo Suplicy (SP) admitiu que sofrerá retaliações, porque decidiu votar contra a urgência. Mas disse que não trairia sua consciência, porque é contra a proposta. Suplicy poderá ser punido pela direção petista e perder o do direito de disputar a reeleição.

Os senadores peemedebistas Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE) atacaram o governo e a presidente Dilma. "Isso que está aí é um Pacote de Abril de quinta categoria. Havia uma ditadura, um ato institucional, havia cassações, havia marechais, havia todo mundo", disse Simon, referindo-se ao Pacote de Abril de 1977, imposto pelo então presidente Ernesto Geisel. A medida criou a figura do senador biônico para evitar a vitória do MDB, o único partido de oposição na época.

"Hoje nós estamos numa democracia. O Brasil está livre. O Supremo está livre. A presidente da República está livre. O povo está livre. Podemos fazer o que quisermos dentro da democracia. Nós estamos nos entregando! E nós nos entregarmos é ato de covardia. Talvez tenhamos de nos referir à marechala presidente. Talvez, daqui a pouco, ela tenha de aparecer com um casaco diferente, que pode até continuar sendo vermelho - sua cor preferida -, mas com estrelas. O Pacote de Abril da dona Dilma começou, e o pior é que quem começa não volta para trás e se acostuma", enfatizou Simon.

Já o senador Jarbas Vasconcelos acrescentou: "Dizer que a oposição vai ser atingida é a coisa mais inútil, mais boba e idiota. Essa senhora Dilma tem a formação muito pior que muitos generais da ditadura. Ela é intolerante, autoritária. O PT não fecha o Congresso porque não tem força. Se tivesse, talvez fechasse."
'Fazer o diabo'. Para o senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB à Presidência, a presidente Dilma Rousseff já começou "a fazer o diabo" na campanha para sua reeleição ao Palácio do Planalto. "A prova disso é a mobilização do PT no Congresso para tentar aprovar o projeto que derruba a portabilidade do tempo de TV e de recursos do fundo partidário para os novos partidos, o que diminui expressamente o interesse de políticos debandarem para novas legendas, como a Rede Sustentabilidade, da ex-ministra Marina Silva", disse ele.

Para Aécio, isso só se explica por uma razão: "Temor da presidente com o enfrentamento eleitoral". "Não se justifica o PT abdicar de alguns dos poucos valores e agir com tamanha truculência se não estivesse atemorizado com o futuro. Queremos tratamento isonômico dentro da mesma legislatura e que essas regras da limitação da criação de partidos passe a valer a partir de 2015", acrescentou.

Os partidos de oposição e o PSB, contrários ao projeto, argumentam que tirar o tempo de TV e o acesso ao Fundo Partidário dos novos partidos é um casuísmo, porque o PSD teve esses direitos, e foi criado na atual legislatura. Para eles, Marina Silva, que tenta fundar sua legenda, ficaria sem condições de competitividade, visto que sem tempo de TV e acesso à maior fatia do fundo - dinheiro para manter partidos - teria a candidatura praticamente se inviabilizada. Por esse argumento, Eduardo Campos também teria dificuldades de obter apoios. / COLABOROU DÉBORA BERGAMASCO

CCJ da Câmara aprova poder de veto do Legislativo a decisões do STF



CCJ da Câmara aprova poder de veto 



do Legislativo a decisões do STF


Texto permite que Congresso barre inconstitucionalidade de emendas.
Proposta ainda vai ser analisada por uma comissão especial.



José Genoino e João Paulo Cunha participam de sessão da CCJ que aprovou projeto que submete decisões do STF ao Congresso  (Foto: Nathalia Passarinho/G1)José Genoino e João Paulo Cunha participam
de sessão da CCJ que aprovou projeto que
submete decisões do STF ao Congresso.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta quarta-feira (24) proposta de emenda à Constituição que dá ao Congresso o poder de derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre emendas constitucionais. A proposta ainda precisa ser analisada por uma comissão especial na Câmara antes de ser votada no plenário.
Uma das modificações propostas pela PEC estabelece que quando o STF decidir pela inconstitucionalidade de uma emenda à Constituição, o Congresso poderá rever o ato do tribunal. Caso os parlamentares discordem da posição do Supremo, a questão seria decidida em um plebiscito popular, segundo o autor do projeto, deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
"Se o povo pode participar para nos eleger, pode participar para decidir em caso de divergência entre os poderes", afirmou Fonteles. Ele explicou que, segundo a proposta, se o Congresso não analisar a decisão do STF em 90 dias, vai prevalecer a posição do tribunal.
A proposta de Fonteles ainda estabelece que para o STF declarar a inconstitucionalidade de uma norma, serão necessários votos de 9 dos 11 ministros. Hoje bastam 6.Para o deputado, o objetivo do projeto é evitar "interferência" do Judiciário nos assuntos que competem ao Legislativo. "Uma PEC passa por muitas comissões dentro do Congresso, é muito filtro constitucional para que nós, que fizemos a Constituição, continuemos a ser desautorizados", afirmou.
O texto foi aprovado por votação simbólica na CCJ. Participaram da aprovação os deputados petistas José Genoino e João Paulo Cunha, membros titulares da CCJ que foram condenados pelo STF no processo do mensalão.
O texto aprovado pela CCJ também submete ao Congresso decisão sobre súmulas vinculantes aprovadas pelo STF. A súmula vinculante é um mecanismo criado em 2004 que obriga juízes de todos os tribunais a seguirem o entendimento adotado pelo Supremo sobre determinado assunto com entendimento pacificado.
Atualmente ela pode ser aprovada com o voto de dois terços dos membros do tribunal, após decisões reiteradas sobre a matéria. A PEC aprovada pela CCJ aumenta para quatro quintos a maioria necessária para a aprovação da súmula. Ou seja, passa a ser necessária a concordância de pelo menos nove dos 11 ministros da corte.
“Além disso, o efeito vinculante perante os demais órgãos do Poder Judiciário e a Administração Pública somente operará após a aprovação da súmula por maioria absoluta, em sessão conjunta do Congresso Nacional”, diz a proposta aprovada pela CCJ.

STF manda Congresso suspender projeto que prejudica novos partidos



STF manda Congresso suspender 



projeto que prejudica novos partidos


Ministro Gilmar Mendes tomou decisão após pedido de senador do PSB.
Projeto restringe recursos e tempo de propaganda para novas siglas
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O ministro Gilmar Mendes em sessão do STF (Foto: Carlos Humberto/SCO/STF )O ministro Gilmar Mendes em sessão do STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou nesta quarta-feira (24) a suspensão da tramitação no Congresso do projeto de lei que prejudica novos partidos.
A proposta, de autoria do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), impede que parlamentares que mudem de partido no meio do mandato transfiram para a nova agremiação parte do fundo partidário e do tempo no rádio e na TV da sigla de origem. Pelas regras atuais, a maior parte do fundo e da propaganda eleitoral é distribuída de forma proporcional ao tamanho das bancadas.
Os defensores da proposta - parlamentares governistas - argumentam que o objetivo é frear a infidelidade partidária. Os críticos - principalmente parlamentares de oposição - dizem que a finalidade é desestimular candidaturas presidenciais para a eleição de 2014. Se sancionada, a lei tornaria menos competitivos novos partidos, como o Rede Sustentabilidade, que a ex-senadora Marina Silva pretende criar.
O ministro Gilmar Mendes proferiu decisão liminar (provisória) após pedido do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) protocolado nesta terça, depois de o projeto ter sido aprovado na Câmara dos Deputados. A liminar prevalecerá até que o plenário do Supremo decida sobre o caso.
Pouco antes do anúncio da decisão de Gilmar Mendes, o Senado havia rejeitado requerimento de urgência para a tramitação do projeto. Se a urgência tivesse sido aprovada, a tramitação seria mais rápida porque o projeto seria votado diretamente pelo plenário, sem passar por comissões.
'Flagrante desrespeito'
Na decisão, Gilmar Mendes afirma que o Supremo pode analisar questões internas do Congresso em casos de "flagrante desrespeito ao devido processo legislativo ou aos direitos e garantias fundamentais".
Mendes destacou que a proposta foi aprovada com "extrema velocidade de tramitação". Ele afirmou ver possibilidade de "violação aos princípios democráticos, do pluripartidarismo e da liberdade de criação de legendas".
"A aprovação do projeto de lei em exame significará, assim, o tratamento desigual de parlamentares e partidos políticos em uma mesma legislatura. Essa interferência seria ofensiva à lealdade da concorrência democrática, afigurando-se casuística e direcionada a atores políticos específicos", afirma a decisão.
Segundo Gilmar Mendes, a decisão de suspender o andamento foi necessária porque a mudança poderia afetar mobilizações políticas voltadas à criação de novas legendas.
"O perigo na demora revela-se na singular celeridade da tramitação do PL em questão, principalmente considerando o impacto da proposição legislativa nas mobilizações políticas voltadas à criação e fusão de novos partidos. É necessário que as regras de regência do próximo pleito sejam claras e aplicadas de modo isonômico e uniforme a todos os envolvidos. Por essa razão, leis casuísticas são altamente questionáveis", diz o ministro.
A ação afirma que a proposta afeta "direitos fundamentais" ao prejudicar a criação de novas legendas. "[É um] projeto de lei casuisticamente forjado, pela maioria, para especificamente restringir direitos fundamentais titularizados por determinados grupos políticos minoritários e perfeitamente individualizáveis, em nítida situação de abuso de poder legislativo", diz o pedido.O que diz o pedido
No mandado de segurança enviado ao STF, Rollemberg diz que a aprovação do regime de urgência na Câmara, na semana passada, foi "ilegal" por ter garantido tramitação mais rápida ao tema com apenas dois votos de vantagem.
O senador do PSB argumenta que a proposta pretende "esvaziar, de modo absolutamente arbitrário, inconstitucional e casuístico, importantes iniciativas de lideranças políticas e grupos sociais, em torno da criação de novos partidos". Diz ainda que a proposta surgiu após o PSD ter garantido os direitos.
Marina Silva comemora
Idealizadora do partido Rede Sustentabilidade, Marina Silva comemorou a decisão do Supremo. Ela acompanhava votação do Senado quando foi informada da posição do ministro Gilmar Mendes.
“Com certeza, o Supremo tomou a decisão correta para evitar esse casuísmo. E agora ficará suspenso até que o Supremo possa avaliar o mérito da questão pelo pleno. Isso é muito bom para a democracia e para aqueles que acham que podem fazer leis de circunstância e de encomenda aprendam que pessoas virtuosas criam instituições virtuosas e instituições virtuosas corrigem as pessoas quando elas falham em suas virtudes”, disse.
Para o autor da ação no Supremo, senador Rodrigo Rollenberg (PSB-DF), a decisão do ministro Gilmar Mendes representa uma “vitória da democracia”. “Com isso, nós preservamos a democracia, nós preservamos a igualdade de direitos entre os partidos e não teremos partidos de primeira qualidade e de segunda qualidade. É uma vitória da democracia brasileira.”
O líder do PMDB, senador Eunício Oliveira (CE), que é a favor da proposta que prejudica novos partidos, disse que decisão do Supremo deve ser cumprida. “Eu defendo que deve existir harmonia entre os poderes e cada um no seu quadrado. Mas sendo o Supremo a mais alta corte do país e detentor da última palavra, a decisão deve ser cumprida”, disse.
Ele defendeu, contudo, a proposta em tramitação no Senado. “A matéria, do ponto de vista do mérito, é relevante. Entendo que o tempo de televisão deve ser proporcional à eleição, considerado o cenário e as filiações daquele momento.”
Vetos ao STF
Nesta quarta, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou proposta que autoriza o Legislativo a derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre emendas constitucionais. Essa proposta ainda precisa ser analisada por uma comissão especial na Câmara antes de ser votada no plenário.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O Ministério Público arquivou o processo contra A ex assessora da Câmara de Vereadores de Estância Velha, Inajara Garcia


O Ministério Público arquivou o processo contra A ex assessora da Câmara de Vereadores de Estância Velha, Inajara Garcia
















Lembram da Ex-assessora da Câmara de Vereadores de Estância Velha que teve sua vida destruída por matéria "fabricada" contra ela na série que se denominou "Farra dos Vereadores Turistas", levada ao ar no Fantástico e na RBS TV pelo repórter Giovani Grizotti ?

Pois é!!!!

A ex assessora da Câmara de Vereadores de Estância Velha, Inajara Garcia, recebeu uma boa notícia nesta segunda-feira. "O Ministério Público arquivou o processo contra ELA sobre a Farra das Diárias, e a Polícia Fazendária não a indiciou. Não existe mais nada contra ELA. Inajara GarciaA disse que quer resgatar sua vida na Justiça, danos morais em todos os que à acusaram, e a ofenderam.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Deputado mostra que desconhece a peçonha do PT e critica projeto que limita criação de partidos


Deputado mostra que desconhece a peçonha do PT e critica projeto que limita criação de partidos


Inocente de ocasião – Deputado federal pelo Maranhão, o petista Domingos Dutra classificou como casuísmo o Projeto de Lei 4470/12 que estabelece obstáculos à criação de novos partidos políticos e cuja aprovação na Casa legislativa contou com o rolo compressor palaciano, pilotado pela ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais). 
O parlamentar destacou que Dilma Rousseff não precisa desse casuísmo devido aos seus índices de aprovação (duvidosos e questionáveis) e informou uma possível greve de fome caso o Projeto de Lei 490/95, de sua autoria, não entre em pauta este ano.
“Nesses 33 anos, eu aprendi, no PT, a lutar contra o casuísmo e a favor da democracia. Eu tenho certeza de que a Presidente Dilma não está pedindo esse casuísmo pela sua história de luta contra a ditadura. Foi torturada. Tenho certeza de que ela não está pedindo isso”, declarou Dutra.
O deputado maranhense informou ao plenário da Câmara que entrará em greve de fome caso o Projeto de Lei 490/95, de sua autoria, apresentado há 18 anos, não seja incluído na pauta de votação ainda este ano. A declaração foi um protesto contra a análise do Projeto de Lei 4470/12, apresentado no final do ano passado e constando da pauta de votação de quarta-feira (17).
“O PL 490/95 que limita o poder do juiz de conceder liminar contra trabalhadores rurais foi aprovado na Câmara em 1996, logo após foi aprovado pelo Senado, com modificações, e está há 12 anos na Câmara aguardando conclusão da votação”, explica o autor do projeto.
Domingos Dutra comete um equívoco ao afirmar que Dilma Rousseff, ao lado de muitos esquerdistas brasileiros, combateu a ditadura. Na verdade, o que a presidente fez durante a era plúmbea foi combater o regime militar, pois o desejo da esquerda era implantar no Brasil uma ditadura comunista, o que ocorre nos dias atuais de maneira disfarçada e contínua.
Imaginar que Dilma não precisa desse subterfúgio rasteiro e covarde é uma mostra clara de que Domingos Dutra desconhece o próprio partido. Com o projeto de reeleição ameaçado pela crise econômica e pelos escândalos envolvendo o messiânico Lula, lobista fugitivo, Dilma há de se agarrar a qualquer estratégia sórdida para não perder a chance de continuar instalada no Palácio do Planalto até dezembro de 2018.

ENQUANTO ISSO EM ESTÂNCIA VELHA!!! Vereadores reclamam de respostas do Executivo

 Vereadores reclamam de respostas do Executivo
Mana não ficou convencida com resposta| Créditos: Isaías Rheinheimer | O Diário
Estância Velha - Insatisfeitos com as respostas enviadas pelo Executivo a respeito dos pedidos de informação e de providências encaminhados pela Câmara, alguns vereadores aproveitaram a sessão desta semana para criticar a administração. Para eles, o Executivo não está levando a sério os pedidos feitos e exigem um tratamento melhor.
A vereadora Neila Becker, a Mana (PT), que havia solicitado a instalação de um quebra-mola na rua Germano Leuck, bairro Rincão dos Ilhéus, teve o pedido negado pela Prefeitura, e não ficou convencida da justificativa O Departamento de Trânsito informou que a legislação de trânsito só permite a instalação deste tipo de redutor de velocidade com uma justificativa muito plausível, como inúmeros acidentes na via, o que não ocorre. "Então, quer dizer que é necessário acontecer acidentes para depois tomarem providências?", questionou a vereadora.Outro que também reclamou foi o vereador Lotário Seevald, o Saci (PSB), que tachou de incoerentes as respostas dos pedidos de informação feitos pela Câmara. 

SERÁ QUE O PT TÁ COM MEDO DE ALGUMA COISA? Novo partido pode deflagrar disputa judicial


Novo partido pode deflagrar disputa judicial


A criação do MD (Mobilização Democrática), fruto da união formalizada ontem entre PPS e PMN, tem potencial para gerar uma nova briga de partidos políticos na Justiça.

A fusão foi antecipada depois que o PT e o PMDB, as duas maiores legendas governistas, passaram a pressionar a aprovação de uma lei que dificulta a criação de siglas.

A proposta, que foi aprovada ontem pela Câmara dos Deputados e que deve ainda passar pelo Senado, restringe o acesso ao fundo partidário e ao tempo de propaganda na televisão, que são vitais para o funcionamento financeiro dos partidos e para a visibilidade dos candidatos.
Editoria de Arte/Folhapress

PPS e PMN querem formar uma nova força de oposição ao governo Dilma e ensaiam dar fôlego a eventual campanha do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ao Planalto em 2014.

O MD terá inicialmente 13 deputados federais, mas trabalha para atrair mais parlamentares. 

A estratégia é buscar especialmente nomes do PSD, antigos oposicionistas que embarcaram no projeto do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab --que já articula apoio a reeleição da presidente Dilma.
Com a criação do MD, abre-se um prazo de 30 dias para que os políticos mudem para o partido sem o risco de perder o mandato. No radar dos integrantes do MD está a possibilidade de o ex-governador José Serra deixar o PSDB para ingressar na nova sigla.

Advogados do PSD já avaliam a possibilidade de questionar na Justiça a saída de deputados --isso apesar de a legislação prever a fusão como causa justa para um filiado deixar uma legenda sem sofrer punição.

REDE
A proposta de restringir a criação de partidos ganhou força diante do movimento da ex-senadora Marina Silva, que trabalha para tirar do papel o Rede Sustentabilidade e, com isso, disputar as eleições presidenciais de 2014.
Com aval do governo, a ideia é engessar essa articulação. Atualmente, o rateio do fundo partidário e do tempo de propaganda na TV é proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara.

Pela proposta aprovada pela Câmara, mesmo que haja troca-troca entre as legendas, com alteração de suas composições, o rateio não mudará. Isso reduz o interesse político na troca de partido por parte dos deputados.

Provável candidato do PSDB à corrida presidencial, o senador Aécio Neves (MG) criticou o projeto. Segundo ele, Dilma está querendo anular adversários em 2014.
"A presença de outras candidaturas eleva o debate. Numa democracia como o Brasil, ninguém pode querer ganhar eleição no W.O.", afirmou o senador tucano.