sexta-feira, 18 de março de 2011
Advogado de Bruno aparece usando drogas em vídeo; OAB-MG irá apurar conduta
"Advogado compra e consome crack, supostamente em boca de fumo em Belo Horizonte"
BELO HORIZONTE - A Comissão de Ética da seção mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG) instaurou um procedimento para apurar a conduta do advogado Ércio Quaresma, que representa o goleiro Bruno Fernandes, acusado de ser o mandante do desaparecimento e possível morte de Eliza Samudio. Conhecido pelas atitudes polêmicas, o defensor de Bruno poderá ser suspenso preventivamente pela OAB, o que o impediria de continuar à frente do caso. O advogado aparece em um vídeo da TV Alterosa - afiliada do SBT em Belo Horizonte - fumando crack, supostamente em uma boca de fumo localizada na região noroeste da capital mineira.
Ciente da gravação, Quaresma se antecipou à veiculação do vídeo e concedeu entrevista à emissora admitindo que é dependente da droga e luta há oito anos contra o vício.
Desde o início das investigações envolvendo o desaparecimento da ex-amante do goleiro foram abertos quatro procedimentos disciplinares contra o advogado na OAB. A conduta de Quaresma tem causado constrangimento na seção mineira da Ordem. A entidade requisitou o vídeo em que ele aparece consumindo crack. 'A OAB está estudando a aplicação ou não de uma medida preventiva para a suspensão dele até que os processos sejam julgados.
A turma do Tribunal de Ética vai julgar se é o caso ou não de suspensão', disse nesta quarta-feira, 17, ao Estado o presidente da entidade, Luís Cláudio da Silva Chaves, alegando que a medida visa 'preservar os clientes' do advogado. 'A gente lamenta, uma droga grave dessas...' A OAB, disse Chaves, pretende realizar um rito célere depois que o defensor de Bruno for notificado.
Hoje, a reportagem procurou Quaresma, mas a informação em seu escritório era que ele estava em viagem. Na semana passada, durante audiência de instrução com depoimentos dos réus, o advogado disse a interlocutores que já esperava pela divulgação do vídeo. A gravação estaria sendo oferecida a emissoras de TV e jornais.
'Pai'. Durante os interrogatórios no Fórum de Contagem (MG), ele protagonizou momentos inusitados ao dormir na sala de audiência, obrigando a juíza Marixa Fabiane Rodrigues a chamar sua atenção em pelo menos três oportunidades. 'Doutor Ércio Quaresma, o senhor poderia parar de roncar e se aproximar para acompanhar o depoimento de seu cliente?', reclamou a magistrada durante o depoimento de Bruno.
O goleiro, apesar das confusões do advogado, já disse publicamente que o considera como um pai que não teve. Quaresma, contudo, já foi acusado de ameaças por familiares do próprio Bruno. A noiva do goleiro, a dentista Ingrid, chegou a gravar uma conversa telefônica em que o advogado, em tom ameaçador, dizia que não era o 'advogado do diabo', mas o próprio. 'Sou o cão, sou o demônio, sou o satã, o Lúcifer'.
No ano passado, Quaresma chegou a ser preso com pedras de crack escondidas na boca em uma favela de Belo Horizonte. Na entrevista à emissora mineira, ele contou que há um ano e meio buscou ajuda profissional especializada para se livrar do vício, mas nesse período teve três recaídas.
Ex-policial na década de 1980, o advogado de 46 anos chegou a concorrer como candidato ao governo de Minas em 1994 e gosta de contar que trabalhou em outros casos de repercussão nacional - o assassinato da missionária americana Dorothy Stang e massacre de 19 sem-terra em Eldorado dos Carajás, ambos no Pará.
BRASIL
Estudante leva arma para escola, dispara acidentalmente e se fere em BH
BELO HORIZONTE - Três adolescentes com idades de 14 e 15 anos foram encaminhados para o Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte (CIA-BH) após um deles dar um tiro dentro da sala de aula. Segundo a Polícia Militar (PM), o rapaz, de 15 anos, teria levado a arma para a Escola Estadual Maria Amélia Guimarães para assustar um colega por causa de um desentendimento em uma fila de bebedouro.
De acordo com a ocorrência registrada pelo 16º Batalhão da PM, testemunhas contaram que o tiro foi acidental, no momento em que o jovem brincava com a arma dentro da sala, na manhã de quinta-feira, 17. A bala ricocheteou no chão e atingiu o teto. Ainda segundo a PM, o próprio adolescente que estava com a arma teria sofrido ferimentos leves na mão com estilhaços do projétil.
Após o tiro, houve um princípio de pânico na escola, localizada no bairro Pirajá, na região Nordeste da capital mineira. O acusado ainda tentou se livrar do revólver calibre 38, que pertenceria a seu pai, com a ajuda de colegas. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (SEE), um dos menores levados pela PM para a delegacia era a vítima da ameaça. Outro estudante, que testemunhou o caso, também teria acompanhado a ocorrência.
A direção da escola afirmou que pode ser pedida a transferência dos estudantes. De acordo com a SEE, no entanto, essa medida é voluntária e fica a cargo das famílias de cada um dos envolvidos. Notícia atualizada às 17h33.
BELO HORIZONTE - Três adolescentes com idades de 14 e 15 anos foram encaminhados para o Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte (CIA-BH) após um deles dar um tiro dentro da sala de aula. Segundo a Polícia Militar (PM), o rapaz, de 15 anos, teria levado a arma para a Escola Estadual Maria Amélia Guimarães para assustar um colega por causa de um desentendimento em uma fila de bebedouro.
De acordo com a ocorrência registrada pelo 16º Batalhão da PM, testemunhas contaram que o tiro foi acidental, no momento em que o jovem brincava com a arma dentro da sala, na manhã de quinta-feira, 17. A bala ricocheteou no chão e atingiu o teto. Ainda segundo a PM, o próprio adolescente que estava com a arma teria sofrido ferimentos leves na mão com estilhaços do projétil.
Após o tiro, houve um princípio de pânico na escola, localizada no bairro Pirajá, na região Nordeste da capital mineira. O acusado ainda tentou se livrar do revólver calibre 38, que pertenceria a seu pai, com a ajuda de colegas. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (SEE), um dos menores levados pela PM para a delegacia era a vítima da ameaça. Outro estudante, que testemunhou o caso, também teria acompanhado a ocorrência.
A direção da escola afirmou que pode ser pedida a transferência dos estudantes. De acordo com a SEE, no entanto, essa medida é voluntária e fica a cargo das famílias de cada um dos envolvidos. Notícia atualizada às 17h33.
Manifestação contra visita de Obama deixa 1 ferido e 14 detidos no Rio
Rio de Janeiro, 18 mar (EFE).- A Polícia deteve nesta sexta-feira 14 pessoas em um protesto contra a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, depois que os manifestantes feriram um vigilante do consulado dos EUA com coquetel molotov.
A manifestação, organizada por vários partidos políticos de esquerda, sindicatos e organizações sociais, mobilizou cerca de 100 pessoas no centro do Rio de Janeiro.
A ato não tinha permissão das autoridades e transcorreu de forma pacífica durante três horas, até que no final os organizadores decidiram caminhar rumo ao consulado dos EUA.
Dois manifestantes arremessaram coquetéis molotov na porta do consulado, ferindo um vigilante, que precisou ser hospitalizado.
A Polícia dispersou a manifestação disparando balas de borracha, sendo que uma acertou um jornalista, e deteve 14 pessoas, segundo o site do jornal "O Globo".
Durante o evento, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o
"imperialismo" dos Estados Unidos e aos acordos comerciais que devem ser tratados entre Obama e a presidente Dilma Rousseff na reunião que os dois realizarão neste sábado em Brasília.
Entre os cartazes os manifestantes se mostraram contra à intervenção militar na Líbia, assim como à presença das tropas brasileiras no Haiti sob o comando da ONU.
Vários dos presentes arremessaram sapatos em uma bandeira americana sobre a qual tinham escrito "Obama go home" e, depois, tentaram queimá-la, mas o vento apagou as chamas.
"Queremos impedir que venha o comandante da maior máquina de guerra do mundo. Vem nos vender caças-bombardeiros e roubar nosso petróleo. Não queremos acordos comerciais com Obama", disse a jornalistas um dos organizadores da manifestação, Miguel Malheiros, coordenador da organização sindical Conlutas.
Os manifestantes também comemoraram o fato de a embaixada dos EUA ter decidido mudar o lugar onde Obama vai realizar um discurso dirigido ao povo brasileiro.
Inicialmente, o presidente falaria na Cinelândia perante cerca de 30 mil pessoas, mas nesta sexta-feira foi anunciado que o discurso ocorrerá mo Theatro Municipal, que tem capacidade para 2.361 espectadores.
A Embaixada argumentou que a mudança de local aconteceu por "uma série de preocupações sobre a realização do evento ao ar livre", mas os manifestantes acreditam que foram responsáveis pela alteração e garantem que Obama quer evitar protestos.
Estavam presentes na manifestação PCdoB, PSTU e vários partidos menores, assim como organizações estudantis.
O PT proibiu seus militantes de participar da organização. EFE
A manifestação, organizada por vários partidos políticos de esquerda, sindicatos e organizações sociais, mobilizou cerca de 100 pessoas no centro do Rio de Janeiro.
A ato não tinha permissão das autoridades e transcorreu de forma pacífica durante três horas, até que no final os organizadores decidiram caminhar rumo ao consulado dos EUA.
Dois manifestantes arremessaram coquetéis molotov na porta do consulado, ferindo um vigilante, que precisou ser hospitalizado.
A Polícia dispersou a manifestação disparando balas de borracha, sendo que uma acertou um jornalista, e deteve 14 pessoas, segundo o site do jornal "O Globo".
Durante o evento, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o
"imperialismo" dos Estados Unidos e aos acordos comerciais que devem ser tratados entre Obama e a presidente Dilma Rousseff na reunião que os dois realizarão neste sábado em Brasília.
Entre os cartazes os manifestantes se mostraram contra à intervenção militar na Líbia, assim como à presença das tropas brasileiras no Haiti sob o comando da ONU.
Vários dos presentes arremessaram sapatos em uma bandeira americana sobre a qual tinham escrito "Obama go home" e, depois, tentaram queimá-la, mas o vento apagou as chamas.
"Queremos impedir que venha o comandante da maior máquina de guerra do mundo. Vem nos vender caças-bombardeiros e roubar nosso petróleo. Não queremos acordos comerciais com Obama", disse a jornalistas um dos organizadores da manifestação, Miguel Malheiros, coordenador da organização sindical Conlutas.
Os manifestantes também comemoraram o fato de a embaixada dos EUA ter decidido mudar o lugar onde Obama vai realizar um discurso dirigido ao povo brasileiro.
Inicialmente, o presidente falaria na Cinelândia perante cerca de 30 mil pessoas, mas nesta sexta-feira foi anunciado que o discurso ocorrerá mo Theatro Municipal, que tem capacidade para 2.361 espectadores.
A Embaixada argumentou que a mudança de local aconteceu por "uma série de preocupações sobre a realização do evento ao ar livre", mas os manifestantes acreditam que foram responsáveis pela alteração e garantem que Obama quer evitar protestos.
Estavam presentes na manifestação PCdoB, PSTU e vários partidos menores, assim como organizações estudantis.
O PT proibiu seus militantes de participar da organização. EFE
quinta-feira, 17 de março de 2011
Saúde confirma 1º caso de raiva humana por cão em 2010 no País
BRASÍLIA - O Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de raiva humana transmitida por cão em 2010 no Brasil. Uma pessoa foi atacada por um cão na cidade de Chaval, no Ceará, e contraiu a doença.
De acordo com nota técnica da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério, a suspeita da doença foi notificada no dia 2 de setembro. O paciente foi orientado a passar pelo tratamento de raiva humana - com a aplicação de vacina e soro antirrábico.
Dois depois da notificação da suspeita, testes do Laboratório de Referência Nacional para Raiva, do Instituto Pasteur de São Paulo, confirmaram a presença do vírus da raiva. A nota técnica da secretaria não informa o estado de saúde do paciente.
A raiva é transmitida ao ser humano por mordida, lambida ou arranhão de animais infectados, principalmente cães, gatos, morcegos e macacos (saguis). Para evitar a transmissão da doença, é recomendado lavar bem o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente um serviço de saúde. A raiva em humanos é praticamente fatal.
O ministério também considera a vacinação de cães e gatos como a principal forma de evitar casos de raiva em humanos, além do controle da circulação do vírus tipo 3 encontrado em morcegos hematófagos.
Desde junho, 17 Estados e o Distrito Federal iniciaram uma campanha de vacinação de animais de estimação. Em 15 unidades federativas, mais de 1,3 milhão já foram imunizados - 79,9% cães e 20,1% gatos -, de acordo com dados do ministério.
No Estado de São Paulo, a campanha foi suspensa por conta da morte de sete cães e gatos após a vacinação. Segundo o ministério, foram registrados casos de morte ou reação adversa em animais no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Norte - totalizando 79 notificações.
Em 2009, foram registrados dois casos de raiva humana no País, transmitidos por cães e gatos, contra 52 na década de 90, conforme o governo federal.
De acordo com nota técnica da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério, a suspeita da doença foi notificada no dia 2 de setembro. O paciente foi orientado a passar pelo tratamento de raiva humana - com a aplicação de vacina e soro antirrábico.
Dois depois da notificação da suspeita, testes do Laboratório de Referência Nacional para Raiva, do Instituto Pasteur de São Paulo, confirmaram a presença do vírus da raiva. A nota técnica da secretaria não informa o estado de saúde do paciente.
A raiva é transmitida ao ser humano por mordida, lambida ou arranhão de animais infectados, principalmente cães, gatos, morcegos e macacos (saguis). Para evitar a transmissão da doença, é recomendado lavar bem o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente um serviço de saúde. A raiva em humanos é praticamente fatal.
O ministério também considera a vacinação de cães e gatos como a principal forma de evitar casos de raiva em humanos, além do controle da circulação do vírus tipo 3 encontrado em morcegos hematófagos.
Desde junho, 17 Estados e o Distrito Federal iniciaram uma campanha de vacinação de animais de estimação. Em 15 unidades federativas, mais de 1,3 milhão já foram imunizados - 79,9% cães e 20,1% gatos -, de acordo com dados do ministério.
No Estado de São Paulo, a campanha foi suspensa por conta da morte de sete cães e gatos após a vacinação. Segundo o ministério, foram registrados casos de morte ou reação adversa em animais no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Norte - totalizando 79 notificações.
Em 2009, foram registrados dois casos de raiva humana no País, transmitidos por cães e gatos, contra 52 na década de 90, conforme o governo federal.
MUNDO
Devastar ecossistema e biodiversidade é mais oneroso do que preservá-los
Manter os ecossistemas preservados é menos oneroso que devastar. Essa é uma das conclusões do relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais, apresentado ontem em Curitiba. O relatório faz parte de uma série de estudos que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) está lançando para a Conferência da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, Japão, em outubro.
O estudo, encomendado pelo G-8 + 5 (grupo dos países mais industrializados mais Brasil, África do Sul, China, Índia e México) e conhecido em inglês como Teeb, traz uma série de exemplos de regiões que lucraram com o uso responsável dos recursos naturais. Destaca 120 exemplos de decisões políticas que alteraram realidades degradantes ao meio ambiente, contando com a participação da comunidade - como a cidade de Curitiba, no Brasil. O objetivo do relatório é chamar a atenção para os benefícios econômicos globais da biodiversidade e somar forças que permitam ações concretas.
A devastação ambiental representa perdas de US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões por ano, segundo o estudo. 'Ver o tamanho econômico dos ecossistemas e deixá-los de fora das contas nacionais é um erro. Deixando isso invisível, você está criando uma falta de consciência', afirmou o economista indiano Pavan Sukhdev, coordenador do estudo.
Segundo ele, as comunidades pobres e rurais, que vivem em torno de florestas e dela retiram parte do sustento, são as que mais sofrem. No Brasil, ele estimou o número em 20 milhões de pessoas. 'A biodiversidade é uma necessidade para os pobres e não apenas uma ligação afetiva para os ricos', afirmou Sukhdev.
Na questão da Amazônia, o economista acentuou que vale o 'princípio do perigo'. Segundo ele, a perda da Amazônia pode reduzir o suprimento de água e causar um prejuízo de US$ 1 trilhão para a produção agrícola de Brasil, Paraguai e Argentina.
'Temos de tomar medidas de precaução para evitar que isso aconteça, pois é melhor errar pelo lado da precaução', diz.
O economista afirmou que o Brasil é uma 'superpotência' em biodiversidade. O representante do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, concordou com a avaliação do economista, salientando que a biodiversidade no País ainda é tratada como potencial. 'Temos as mais extensas florestas e convivemos com taxa grande de desmatamento, além de um aumento no desmatamento no Pantanal, que começa a preocupar', afirmou Dias.
Açaí. Como contribuição, o cientista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre apresentou a possibilidade de agregar valor à produção do açaí como alternativa a outras culturas que degradam a Floresta Amazônica.
Segundo ele, o açaí permite renda de US$ 206 a US$ 2.272 por hectare ao ano, contra US$ 100 a US$ 400 por hectare no caso da madeira ou de US$ 100 a US$ 200 por hectare ao ano para a soja. A pecuária renderia apenas US$ 20 a US$ 70 por hectare ao ano. No entanto, Nobre ressaltou que o produto sai do campo por US$ 200 e chega aos supermercados na Califórnia por US$ 70 mil. O valor é agregado por outras empresas do Sudeste e Sul do Brasil ou de outros países e não beneficia o produtor.
EXEMPLOS BEM-SUCEDIDOS
Vietnã
Nas costas, onde 70% da população está vulnerável a desastres naturais, comunidades passaram a proteger manguezais em vez de construir barreiras.
Investimento de US$ 1,1 milhão poupou US$ 7,3 milhões por ano em manutenção dos diques.
Brasil
A cidade de Curitiba conseguiu aumentar a área verde por pessoa de menos de 1 metro/habitante para 52 m/h. Moradores plantaram 1,5 milhão de árvores e incentivos fiscais foram concedidos para estimular áreas verdes.
Equador
Quito, a capital do Equador, desenvolveu um fundo para água. Os recursos pagos pelos moradores do
município pela água são investidos na proteção das bacias hidrográficas e no reflorestamento.
PARA ENTENDER
Estudos serão lançados até a COP no Japão
O relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade faz parte de uma série de cinco estudos que as Nações Unidas lançam até a Conferência da Biodiversidade (COP-10), em Nagoya, Japão, em outubro.
O objetivo do relatório é mensurar o papel dos ecossistemas e da biodiversidade na economia e alertar governantes e empresas para que se desenvolvam sem destruir o ambiente. O relatório é realizado por 140 especialistas de 40 países, com apoio financeiro da Comissão Europeia, Alemanha, Grã-Bretanha, Holanda, Noruega e Suécia.
Manter os ecossistemas preservados é menos oneroso que devastar. Essa é uma das conclusões do relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais, apresentado ontem em Curitiba. O relatório faz parte de uma série de estudos que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) está lançando para a Conferência da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, Japão, em outubro.
O estudo, encomendado pelo G-8 + 5 (grupo dos países mais industrializados mais Brasil, África do Sul, China, Índia e México) e conhecido em inglês como Teeb, traz uma série de exemplos de regiões que lucraram com o uso responsável dos recursos naturais. Destaca 120 exemplos de decisões políticas que alteraram realidades degradantes ao meio ambiente, contando com a participação da comunidade - como a cidade de Curitiba, no Brasil. O objetivo do relatório é chamar a atenção para os benefícios econômicos globais da biodiversidade e somar forças que permitam ações concretas.
A devastação ambiental representa perdas de US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões por ano, segundo o estudo. 'Ver o tamanho econômico dos ecossistemas e deixá-los de fora das contas nacionais é um erro. Deixando isso invisível, você está criando uma falta de consciência', afirmou o economista indiano Pavan Sukhdev, coordenador do estudo.
Segundo ele, as comunidades pobres e rurais, que vivem em torno de florestas e dela retiram parte do sustento, são as que mais sofrem. No Brasil, ele estimou o número em 20 milhões de pessoas. 'A biodiversidade é uma necessidade para os pobres e não apenas uma ligação afetiva para os ricos', afirmou Sukhdev.
Na questão da Amazônia, o economista acentuou que vale o 'princípio do perigo'. Segundo ele, a perda da Amazônia pode reduzir o suprimento de água e causar um prejuízo de US$ 1 trilhão para a produção agrícola de Brasil, Paraguai e Argentina.
'Temos de tomar medidas de precaução para evitar que isso aconteça, pois é melhor errar pelo lado da precaução', diz.
O economista afirmou que o Brasil é uma 'superpotência' em biodiversidade. O representante do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, concordou com a avaliação do economista, salientando que a biodiversidade no País ainda é tratada como potencial. 'Temos as mais extensas florestas e convivemos com taxa grande de desmatamento, além de um aumento no desmatamento no Pantanal, que começa a preocupar', afirmou Dias.
Açaí. Como contribuição, o cientista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre apresentou a possibilidade de agregar valor à produção do açaí como alternativa a outras culturas que degradam a Floresta Amazônica.
Segundo ele, o açaí permite renda de US$ 206 a US$ 2.272 por hectare ao ano, contra US$ 100 a US$ 400 por hectare no caso da madeira ou de US$ 100 a US$ 200 por hectare ao ano para a soja. A pecuária renderia apenas US$ 20 a US$ 70 por hectare ao ano. No entanto, Nobre ressaltou que o produto sai do campo por US$ 200 e chega aos supermercados na Califórnia por US$ 70 mil. O valor é agregado por outras empresas do Sudeste e Sul do Brasil ou de outros países e não beneficia o produtor.
EXEMPLOS BEM-SUCEDIDOS
Vietnã
Nas costas, onde 70% da população está vulnerável a desastres naturais, comunidades passaram a proteger manguezais em vez de construir barreiras.
Investimento de US$ 1,1 milhão poupou US$ 7,3 milhões por ano em manutenção dos diques.
Brasil
A cidade de Curitiba conseguiu aumentar a área verde por pessoa de menos de 1 metro/habitante para 52 m/h. Moradores plantaram 1,5 milhão de árvores e incentivos fiscais foram concedidos para estimular áreas verdes.
Equador
Quito, a capital do Equador, desenvolveu um fundo para água. Os recursos pagos pelos moradores do
município pela água são investidos na proteção das bacias hidrográficas e no reflorestamento.
PARA ENTENDER
Estudos serão lançados até a COP no Japão
O relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade faz parte de uma série de cinco estudos que as Nações Unidas lançam até a Conferência da Biodiversidade (COP-10), em Nagoya, Japão, em outubro.
O objetivo do relatório é mensurar o papel dos ecossistemas e da biodiversidade na economia e alertar governantes e empresas para que se desenvolvam sem destruir o ambiente. O relatório é realizado por 140 especialistas de 40 países, com apoio financeiro da Comissão Europeia, Alemanha, Grã-Bretanha, Holanda, Noruega e Suécia.
Indústria fará reciclagem de geladeiras
A sanção presidencial em agosto da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que regulamenta a gestão do lixo no País, já movimenta os negócios ligados à reciclagem de eletrodomésticos, como geladeiras e aparelhos de ar-condicionado. Foi inaugurada ontem, em Cabreúva, a 78 km de São Paulo, a Indústria Fox, empresa que vai atuar na manufatura reversa - a desmontagem dos aparelhos antigos e a reciclagem dos componentes.
A fábrica, que faz parte de um grupo suíço, recebeu um investimento de R$ 20 milhões e utilizará uma tecnologia inédita para tratar os gases CFCs e HCFCs dos refrigeradores antigos: em vez de incinerá-los, como é feito na maior parte dos países europeus, a indústria vai tratar esses gases em um processo térmico que quebra as moléculas. Esses gases são causadores do buraco na camada de ozônio e agravam o aquecimento global.
'Essa é a novidade que estamos trazendo ao Brasil e deve evitar que esses gases, altamente poluentes, sejam lançados na atmosfera, como vem sendo feito até então', diz Philipp Bohr, diretor-geral da Indústria Fox.
Segundo Bohr, o primeiro passo das etapas de reciclagem é a retirada dos gases CFC, que são transformados em uma solução ácida que pode ser reaproveitada pela indústria química. A fase seguinte é a trituração, onde os aparelhos antigos são moídos e os metais - alumínio, aço e cobre - são separados e depois podem ser reaproveitados.
Consumidor. O executivo calcula que só no Estado de São Paulo existem cerca de 1 milhão de geladeiras descartadas, em ferros-velhos e na casa dos consumidores. O desafio agora é fazer com que elas cheguem à reciclagem e, para isso, a empresa está estruturando um sistema de coleta. 'Vamos ter uma rede de postos de recolhimento, e a expectativa é atender ao consumidor que tiver em casa um aparelho antigo', diz Bohr. No primeiro momento a Fox vai trabalhar com as geladeiras encaminhadas à reciclagem pelas concessionárias de energia que possuem programas de troca desses equipamentos.
Carlos Roberto Vieira Filho, diretor da Abrelpe, entidade que reúne as empresas de tratamento de resíduos, diz que a sanção da lei de resíduos foi o primeiro passo para permitir a reciclagem dos equipamentos que hoje são descartados pelo consumidor.
'A lei é avançada e segue o mesmo princípio das diretivas europeias para lixo eletrônico. '
A LEI DE RESÍDUOS
Lixões
Proíbe o lançamento de resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto - os chamados
lixões.
Logística reversa
Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de dar destinação adequada aos produtos que fabricaram, após o uso pelo consumidor.
Habitações
Proíbe nas áreas de disposição final de resíduos ou rejeitos a fixação de habitações temporárias ou permanentes.
Importação
Proíbe a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos.
Incentivos
União, Estados e municípios poderão conceder incentivos fiscais e financeiros para indústrias e entidades dedicadas a tratar e reciclar os resíduos.
Financiamento
Poder público poderá instituir linhas de financiamento para cooperativas de materiais reutilizáveis e recicláveis.
A fábrica, que faz parte de um grupo suíço, recebeu um investimento de R$ 20 milhões e utilizará uma tecnologia inédita para tratar os gases CFCs e HCFCs dos refrigeradores antigos: em vez de incinerá-los, como é feito na maior parte dos países europeus, a indústria vai tratar esses gases em um processo térmico que quebra as moléculas. Esses gases são causadores do buraco na camada de ozônio e agravam o aquecimento global.
'Essa é a novidade que estamos trazendo ao Brasil e deve evitar que esses gases, altamente poluentes, sejam lançados na atmosfera, como vem sendo feito até então', diz Philipp Bohr, diretor-geral da Indústria Fox.
Segundo Bohr, o primeiro passo das etapas de reciclagem é a retirada dos gases CFC, que são transformados em uma solução ácida que pode ser reaproveitada pela indústria química. A fase seguinte é a trituração, onde os aparelhos antigos são moídos e os metais - alumínio, aço e cobre - são separados e depois podem ser reaproveitados.
Consumidor. O executivo calcula que só no Estado de São Paulo existem cerca de 1 milhão de geladeiras descartadas, em ferros-velhos e na casa dos consumidores. O desafio agora é fazer com que elas cheguem à reciclagem e, para isso, a empresa está estruturando um sistema de coleta. 'Vamos ter uma rede de postos de recolhimento, e a expectativa é atender ao consumidor que tiver em casa um aparelho antigo', diz Bohr. No primeiro momento a Fox vai trabalhar com as geladeiras encaminhadas à reciclagem pelas concessionárias de energia que possuem programas de troca desses equipamentos.
Carlos Roberto Vieira Filho, diretor da Abrelpe, entidade que reúne as empresas de tratamento de resíduos, diz que a sanção da lei de resíduos foi o primeiro passo para permitir a reciclagem dos equipamentos que hoje são descartados pelo consumidor.
'A lei é avançada e segue o mesmo princípio das diretivas europeias para lixo eletrônico. '
A LEI DE RESÍDUOS
Lixões
Proíbe o lançamento de resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto - os chamados
lixões.
Logística reversa
Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de dar destinação adequada aos produtos que fabricaram, após o uso pelo consumidor.
Habitações
Proíbe nas áreas de disposição final de resíduos ou rejeitos a fixação de habitações temporárias ou permanentes.
Importação
Proíbe a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos.
Incentivos
União, Estados e municípios poderão conceder incentivos fiscais e financeiros para indústrias e entidades dedicadas a tratar e reciclar os resíduos.
Financiamento
Poder público poderá instituir linhas de financiamento para cooperativas de materiais reutilizáveis e recicláveis.
ESTÂNCIA VELHA
SECRETARIAS SE UNEM PARA PROMOVER CURSO PARA A GERAÇÃO DE RENDA
Iniciam no dia 7 de abril, as atividades do Programa Complementar do Bolsa Família, executado pela Secretaria de Assistência Social (Stasc), que terá a duração de seis meses. O projeto é itinerante e acontece desde 2009 e já atendeu moradoras dos bairros Sol Nascente, Rincão Gaúcho e das Rosas. O trabalho é feito em parceria com a Secretaria de Saúde e outros órgãos.
Podem participar mulheres de todas as idades, beneficiárias ou não do Programa Bolsa Família, e as inscrições podem ser realizadas na UBS do bairro Bela Vista, com a funcionária Janaína, e na Secretaria de Assistência Social, com Ivete Grade. As aulas acontecerão nas quintas feiras, das 13h30min às 16 horas, com um grupo de até 30 mulheres, na Associação de Moradores do Lago Azul.
Esse ano o projeto atenderá moradoras dos bairros Bela Vista e Lago Azul oferecendo cursos de artesanato visando oportunizar aprendizagem e geração de renda.
Iniciam no dia 7 de abril, as atividades do Programa Complementar do Bolsa Família, executado pela Secretaria de Assistência Social (Stasc), que terá a duração de seis meses. O projeto é itinerante e acontece desde 2009 e já atendeu moradoras dos bairros Sol Nascente, Rincão Gaúcho e das Rosas. O trabalho é feito em parceria com a Secretaria de Saúde e outros órgãos.
Podem participar mulheres de todas as idades, beneficiárias ou não do Programa Bolsa Família, e as inscrições podem ser realizadas na UBS do bairro Bela Vista, com a funcionária Janaína, e na Secretaria de Assistência Social, com Ivete Grade. As aulas acontecerão nas quintas feiras, das 13h30min às 16 horas, com um grupo de até 30 mulheres, na Associação de Moradores do Lago Azul.
Esse ano o projeto atenderá moradoras dos bairros Bela Vista e Lago Azul oferecendo cursos de artesanato visando oportunizar aprendizagem e geração de renda.
A triste rotina dos tratamentos de aids
Carta de Formulação e Mobilização PolíticaiQuinta-feira, 17 de março de 2011 Nº 195. Concluída às 9h42
O Brasil já foi reconhecido por ter o mais avançado sistema de prevenção e combate à aids do mundo, mas isso está se tornando coisa do passado. O programa nacional está de novo às voltas com a falta de medicamentos para pacientes com HIV. Tem sido recorrente: aconteceu em 2005, em 2010 e volta a ocorrer agora. É na distribuição perene dos antirretrovirais que repousa a força do tratamento que o governo petista põe agora novamente sob risco.
O Brasil já foi reconhecido por ter o mais avançado sistema de prevenção e combate à aids do mundo. Isso, infelizmente, está se tornando coisa do passado. Novamente às voltas com falta de medicamentos para tratamento de pacientes com HIV, o programa brasileiro flerta hoje perigosamente com a má gestão e o amadorismo, à mercê da ausência de planejamento.
Em sua edição de hoje, O Estado de S.Paulo revela que estão em falta nas unidades públicas de saúde, que distribuem gratuitamente o coquetel de antirretrovirais, pelo menos três medicamentos: atazanavir, saquinavir e didadosina. Ano após ano, o problema se repete.
Milhares de pacientes serão obrigados a se virar como podem para continuar seus tratamentos. “O atazanavir, droga da Bristol usada por 33 mil pessoas, está em falta em pontos localizados do país. Também foram registradas queixas de falhas na entrega do saquinavir, adotado na terapia de 800 pacientes, e da didadosina, droga usada por 3,7 mil pessoas”, informa o jornal.
Ante mais um desabastecimento, anteontem o Ministério da Saúde orientou médicos a substituir os medicamentos em falta por outras drogas ou a diminuir a quantidade entregue aos pacientes com HIV. Tudo em desacordo com o que estipulam as melhores práticas médicas.
Uma das características mais importantes da profilaxia da aids é a não-descontinuidade do tratamento. A substituição muitas vezes significa mais reações adversas, incômodos e, sobretudo, aumento de risco de abandono do tratamento pelo paciente. Junte-se também o desgaste emocional de quem está sob tratamento e se vê, de uma hora para outra, sem acesso às drogas. Mas parece que os gestores do PT não se dão conta de nada disso.
Não é a primeira vez que faltam drogas para tratamento de aids no sistema público brasileiro. No ano passado, os pacientes conviveram por até cinco meses com carência de quatro medicamentos: abacavir, lamivudina, nevirapina e a associação entre lamivudina e zidovudina. 176 mil pessoas foram afetadas, incluindo crianças. Em 2005, o fornecimento do abacavir também apresentara problemas.
Segundo o Ministério da Saúde, o que está acontecendo agora é uma “junção de atrasos, problemas que foram se somando”. O governo promete solução para “a próxima semana”. No ano passado, a culpada foi a distribuição, e o problema só foi equacionado cinco meses depois que surgiram os primeiros sinais de desabastecimento.
O vírus da aids não espera burocrata se organizar para agir. A cada dia, 30 brasileiros morrem em consequência da doença, cuja incidência atualmente cresce sobretudo nas regiões Norte e Nordeste do país.
A cada ano, em torno de 20 mil novos pacientes recorrem aos postos de saúde para receber o coquetel antiaids. E é justamente aí que repousa a força da outrora impecável política adotada no país: a distribuição gratuita de medicamentos a todos os pacientes com HIV, garantida por lei (nº 9.313) sancionada em 1996 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.
A experiência brasileira foi pioneira no mundo, com resultados bastante positivos em termos de controle da aids, maior qualidade de vida para os pacientes e redução de custos. (Esta trajetória foi analisada pelo Instituto Teotônio Vilela em maio do ano passado.)
Nos seis primeiros anos de vigência da lei, a política adotada pelo governo tucano reduziu pela metade a mortalidade causada pela aids no país. Estima-se que, apenas entre 1996 e 2002, 90 mil mortes tenham sido evitadas e as internações tenham decaído 80%. Tudo graças à larga, perene e sistemática distribuição gratuita de antirretrovirais, que o PT põe agora novamente sob risco.
O Brasil já foi reconhecido por ter o mais avançado sistema de prevenção e combate à aids do mundo, mas isso está se tornando coisa do passado. O programa nacional está de novo às voltas com a falta de medicamentos para pacientes com HIV. Tem sido recorrente: aconteceu em 2005, em 2010 e volta a ocorrer agora. É na distribuição perene dos antirretrovirais que repousa a força do tratamento que o governo petista põe agora novamente sob risco.
O Brasil já foi reconhecido por ter o mais avançado sistema de prevenção e combate à aids do mundo. Isso, infelizmente, está se tornando coisa do passado. Novamente às voltas com falta de medicamentos para tratamento de pacientes com HIV, o programa brasileiro flerta hoje perigosamente com a má gestão e o amadorismo, à mercê da ausência de planejamento.
Em sua edição de hoje, O Estado de S.Paulo revela que estão em falta nas unidades públicas de saúde, que distribuem gratuitamente o coquetel de antirretrovirais, pelo menos três medicamentos: atazanavir, saquinavir e didadosina. Ano após ano, o problema se repete.
Milhares de pacientes serão obrigados a se virar como podem para continuar seus tratamentos. “O atazanavir, droga da Bristol usada por 33 mil pessoas, está em falta em pontos localizados do país. Também foram registradas queixas de falhas na entrega do saquinavir, adotado na terapia de 800 pacientes, e da didadosina, droga usada por 3,7 mil pessoas”, informa o jornal.
Ante mais um desabastecimento, anteontem o Ministério da Saúde orientou médicos a substituir os medicamentos em falta por outras drogas ou a diminuir a quantidade entregue aos pacientes com HIV. Tudo em desacordo com o que estipulam as melhores práticas médicas.
Uma das características mais importantes da profilaxia da aids é a não-descontinuidade do tratamento. A substituição muitas vezes significa mais reações adversas, incômodos e, sobretudo, aumento de risco de abandono do tratamento pelo paciente. Junte-se também o desgaste emocional de quem está sob tratamento e se vê, de uma hora para outra, sem acesso às drogas. Mas parece que os gestores do PT não se dão conta de nada disso.
Não é a primeira vez que faltam drogas para tratamento de aids no sistema público brasileiro. No ano passado, os pacientes conviveram por até cinco meses com carência de quatro medicamentos: abacavir, lamivudina, nevirapina e a associação entre lamivudina e zidovudina. 176 mil pessoas foram afetadas, incluindo crianças. Em 2005, o fornecimento do abacavir também apresentara problemas.
Segundo o Ministério da Saúde, o que está acontecendo agora é uma “junção de atrasos, problemas que foram se somando”. O governo promete solução para “a próxima semana”. No ano passado, a culpada foi a distribuição, e o problema só foi equacionado cinco meses depois que surgiram os primeiros sinais de desabastecimento.
O vírus da aids não espera burocrata se organizar para agir. A cada dia, 30 brasileiros morrem em consequência da doença, cuja incidência atualmente cresce sobretudo nas regiões Norte e Nordeste do país.
A cada ano, em torno de 20 mil novos pacientes recorrem aos postos de saúde para receber o coquetel antiaids. E é justamente aí que repousa a força da outrora impecável política adotada no país: a distribuição gratuita de medicamentos a todos os pacientes com HIV, garantida por lei (nº 9.313) sancionada em 1996 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.
A experiência brasileira foi pioneira no mundo, com resultados bastante positivos em termos de controle da aids, maior qualidade de vida para os pacientes e redução de custos. (Esta trajetória foi analisada pelo Instituto Teotônio Vilela em maio do ano passado.)
Nos seis primeiros anos de vigência da lei, a política adotada pelo governo tucano reduziu pela metade a mortalidade causada pela aids no país. Estima-se que, apenas entre 1996 e 2002, 90 mil mortes tenham sido evitadas e as internações tenham decaído 80%. Tudo graças à larga, perene e sistemática distribuição gratuita de antirretrovirais, que o PT põe agora novamente sob risco.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Inter goleia com facilidade o Jorge Wilstermann
Aquele gol de Brown logo aos 7 minutos do primeiro tempo era apenas para dar um pouco mais de emoção ao jogo. O Jorge Wilstermann não tem qualidade técnica para parar o Inter. E não parou. O mesmo Brown empatou para os colorados oito minutos depois, após um belo cruzamento do garoto Oscar. E aí tudo ficou mais simples. Leandro Damião, o artilheiro, fez o dele de cabeça. Zé Roberto ampliou e Kleber fechou a goleada.
No primeiro tempo, o Inter voou. No segundo, com o placar já decidido e sem poder de reação dos bolivianos, o time acalmou, até em virtude da altitude de 2.500 metros da cidade de Cochabamba. E, mesmo assim, foi amplamente superior.
Oscar, novamente, mostrou porque merece ser titular mesmo após o retorno de D’Alessandro. O guri foi a referência técnica do meio-campo. Criou jogadas, fez cruzamentos e movimentou o setor. Com o retorno do argentino e considerando a hipótese, claro, de Roth manter Oscar no time principal, o Inter pede espaços como um dos grandes favoritos dessa Libertadores. Líder do grupo, já é.
PT teme o crescimento do PSB e de Beto Albuquerque
O PT do RS teme e reza em cruz para que o PSB e o Sr. Beto Albuquerque não continuem crescendo no País e no Estado.
Existe uma guerra surda entre PT e PSB até mesmo na Assembleia. Na reunião de líderes, terça-feira, os deputados Daniel Bordignon, PT, e Heitor Schuch, PSB, estranharam-se publicamente. Schuch teve que lembrar a Bordignon que não é apêndice do PT
postado por http://polibiobraga.blogspot.com/
Existe uma guerra surda entre PT e PSB até mesmo na Assembleia. Na reunião de líderes, terça-feira, os deputados Daniel Bordignon, PT, e Heitor Schuch, PSB, estranharam-se publicamente. Schuch teve que lembrar a Bordignon que não é apêndice do PT
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O homem que o governo do PT demitiu no Daer era herança sua e não do PSDB
O Palácio Piratini deixou prosseguir a informação mentirosa de que o Sr. Paulo Aguiar já chefiava o setor que trata de pardais no Daer e foi apenas mantido pelo novo secretário Beto Albuquerque.
. Acontece que o ex-diretor Geral do Daer, Vicente Brito, demitiu o servidor quando ele foi denunciado pelo Ministério Público Estadual e só agora o Sr. Albuquerque voltou a enfiá-lo na boca do lobo, exatamente porque o Sr. Paulo Aguiar é homem de confiança do novo governo, como já foi durante o governo Olívio Dutra.
- A guerra política do secretário não é com o governo anterior, mas com o seu próprio governo. Este caso do Daer é apenas fogo amigo.Todos nas dependências do Daer sabem que o "técnico" Paulo Aguiar é homem de Beto Albuquerque, desde que ele ocupou o cargo de secretário dos Transportes (99/2002). Foi o PSB que colocou o "técnico" novamente na Coordenadoria de Sistemas Eletrônicos de Operação Rodoviária). Ele ocupou esse mesmo cargo no Governo Rigotto e foi desligado no governo Yeda dessas funções, quando caiu apra cima, passando a chefe de gabinete do diretor Geral, Vicente Britto, que não o quis mais na função anterior, mas não teve força política para mandá-lo para casa.
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. Acontece que o ex-diretor Geral do Daer, Vicente Brito, demitiu o servidor quando ele foi denunciado pelo Ministério Público Estadual e só agora o Sr. Albuquerque voltou a enfiá-lo na boca do lobo, exatamente porque o Sr. Paulo Aguiar é homem de confiança do novo governo, como já foi durante o governo Olívio Dutra.
- A guerra política do secretário não é com o governo anterior, mas com o seu próprio governo. Este caso do Daer é apenas fogo amigo.Todos nas dependências do Daer sabem que o "técnico" Paulo Aguiar é homem de Beto Albuquerque, desde que ele ocupou o cargo de secretário dos Transportes (99/2002). Foi o PSB que colocou o "técnico" novamente na Coordenadoria de Sistemas Eletrônicos de Operação Rodoviária). Ele ocupou esse mesmo cargo no Governo Rigotto e foi desligado no governo Yeda dessas funções, quando caiu apra cima, passando a chefe de gabinete do diretor Geral, Vicente Britto, que não o quis mais na função anterior, mas não teve força política para mandá-lo para casa.
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Mais para tsunami do que marolinha
Carta de Formulação e Mobilização Política Quarta-feira, 16 de março de 2011 Nº 194. Concluída às 9h45
A tragédia japonesa e os efeitos em cadeia gerados no resto do mundo desnudam o alto grau de instabilidade a que a economia global está sujeita. Em apenas poucos dias, houve queda generalizada nos preços de itens dos quais o Brasil é um dos principais produtores mundiais. A novidade está no fato de as autoridades petistas estarem admitindo a ampla dependência da economia brasileira ao desempenho global. Melhor não confundir tsunami com marolinha.
A tragédia japonesa e os efeitos em cadeia gerados nos mercados no resto do mundo desnudam o elevado grau de instabilidade a que a economia global está sujeita. No caso brasileiro, reforçam os alertas quanto à imprevidência que marcou a gestão macroeconômica local nos últimos anos. Parece que estamos apoiados sobre fina camada de gelo.
Ontem, os mercados financeiros tiveram um dia de estresse. Mas não foram apenas negócios intangíveis com papéis que sofreram consequências do abalo japonês. Os ativos reais também começam a ser solapados. O ritmo ainda não inspira pânico, mas no mínimo cautela redobrada. O Brasil não é exceção em meio a este tsunami.
Sabemos todos que o vigor que a economia brasileira experimentou em anos recentes esteve ancorado no boom dos preços das nossas principais commodities no mercado internacional. Petróleo, minério de ferro, soja e café formam a base das nossas exportações. Todas viram suas cotações explodir de uns tempos para cá.
Mas, diante do atual cenário, que agrega o acidente geológico-nuclear japonês às instabilidades políticas no mundo árabe e à fragilidade de algumas economias europeias, já há quem fale em mudança radical de cenário, com baixas fortes e impacto recessivo global. Pode ser; torçamos para que não seja.
Mas fato é que, em apenas poucos dias, houve queda generalizada nos preços dos principais itens agrícolas – muitos dos quais têm o Brasil entre os maiores produtores globais – no mercado mundial. “Uma completa reversão de tendência pode estar a caminho”, arrisca o Valor Econômico.
Cálculos divulgados pelo jornal mostram que, em março, as cotações de soja já caíram 6,4%, as de milho, 14%, e as de trigo, 12%. Há redução de preços também de commodities minerais e metálicas: minério de ferro derreteu 15% em um mês. Tudo isso tem muito a ver com o Brasil.
Nos últimos anos, as autoridades brasileiras viveram inebriadas pelo sucesso econômico local. Pouco admitiam que muito dos nossos êxitos se devia ao empuxo global, que, sob o ponto de vista delas, só nos chegava em forma de “marolinhas” esporádicas.
Pior que isso, alterações drásticas no cenário global – como as que estão ocorrendo neste momento – nunca foram seriamente consideradas pelos petistas. Sempre prevaleceu um desaconselhável excesso de confiança. Vê-se agora que as ressacas nos batem forte e de imediato.
Nota-se quão os efeitos são imediatos, por exemplo, no recuo, anunciado ontem pelo Ministério da Fazenda, em relação à adoção de medidas destinadas a deter a valorização do real. Bastou um par de dias de estresse global mais agudo para que o “pacote cambial”, prometido há bastante tempo, subir no telhado.
“A orientação do ministro Guido Mantega é aguardar o quadro internacional ficar mais claro para, então, tomar a decisão sobre o anúncio das medidas na área cambial, que chegou a ser planejado para a sexta-feira passada e foi adiado para esta semana. Agora, pode ficar para a próxima”, informa a Folha de S.Paulo.
A prudência, neste caso, é bem-vinda. Em situações de turbulência é melhor aguardar o horizonte desanuviar-se para seguir a viagem. Mas não deixa de ser ilustrativa da maneira hesitante com que a equipe econômica petista costuma mover-se. Parece faltar-lhe convicção.
Igual titubeio marca a implementação do ajuste fiscal – tão frágil quanto ainda incerto. A intenção de reduzir gastos do Orçamento foi anunciada em 9 de fevereiro; a divulgação do montante a ser limado veio 20 dias depois e, já passada mais uma quinzena, quase nada se sabe sobre como serão, de fato, feitos os cortes. Não basta só anunciar, tem que fazer.
Tais idas e vindas reiteram a ampla dependência da economia brasileira ao desempenho global. Não que isso seja uma surpresa ou uma grande descoberta. Nada mais é do que a regra do jogo num mundo fortemente integrado. A novidade está no fato de as autoridades petistas estarem admitindo isso. É melhor que, desta vez, o governo não confunda tsunami com marolinha.
A tragédia japonesa e os efeitos em cadeia gerados no resto do mundo desnudam o alto grau de instabilidade a que a economia global está sujeita. Em apenas poucos dias, houve queda generalizada nos preços de itens dos quais o Brasil é um dos principais produtores mundiais. A novidade está no fato de as autoridades petistas estarem admitindo a ampla dependência da economia brasileira ao desempenho global. Melhor não confundir tsunami com marolinha.
A tragédia japonesa e os efeitos em cadeia gerados nos mercados no resto do mundo desnudam o elevado grau de instabilidade a que a economia global está sujeita. No caso brasileiro, reforçam os alertas quanto à imprevidência que marcou a gestão macroeconômica local nos últimos anos. Parece que estamos apoiados sobre fina camada de gelo.
Ontem, os mercados financeiros tiveram um dia de estresse. Mas não foram apenas negócios intangíveis com papéis que sofreram consequências do abalo japonês. Os ativos reais também começam a ser solapados. O ritmo ainda não inspira pânico, mas no mínimo cautela redobrada. O Brasil não é exceção em meio a este tsunami.
Sabemos todos que o vigor que a economia brasileira experimentou em anos recentes esteve ancorado no boom dos preços das nossas principais commodities no mercado internacional. Petróleo, minério de ferro, soja e café formam a base das nossas exportações. Todas viram suas cotações explodir de uns tempos para cá.
Mas, diante do atual cenário, que agrega o acidente geológico-nuclear japonês às instabilidades políticas no mundo árabe e à fragilidade de algumas economias europeias, já há quem fale em mudança radical de cenário, com baixas fortes e impacto recessivo global. Pode ser; torçamos para que não seja.
Mas fato é que, em apenas poucos dias, houve queda generalizada nos preços dos principais itens agrícolas – muitos dos quais têm o Brasil entre os maiores produtores globais – no mercado mundial. “Uma completa reversão de tendência pode estar a caminho”, arrisca o Valor Econômico.
Cálculos divulgados pelo jornal mostram que, em março, as cotações de soja já caíram 6,4%, as de milho, 14%, e as de trigo, 12%. Há redução de preços também de commodities minerais e metálicas: minério de ferro derreteu 15% em um mês. Tudo isso tem muito a ver com o Brasil.
Nos últimos anos, as autoridades brasileiras viveram inebriadas pelo sucesso econômico local. Pouco admitiam que muito dos nossos êxitos se devia ao empuxo global, que, sob o ponto de vista delas, só nos chegava em forma de “marolinhas” esporádicas.
Pior que isso, alterações drásticas no cenário global – como as que estão ocorrendo neste momento – nunca foram seriamente consideradas pelos petistas. Sempre prevaleceu um desaconselhável excesso de confiança. Vê-se agora que as ressacas nos batem forte e de imediato.
Nota-se quão os efeitos são imediatos, por exemplo, no recuo, anunciado ontem pelo Ministério da Fazenda, em relação à adoção de medidas destinadas a deter a valorização do real. Bastou um par de dias de estresse global mais agudo para que o “pacote cambial”, prometido há bastante tempo, subir no telhado.
“A orientação do ministro Guido Mantega é aguardar o quadro internacional ficar mais claro para, então, tomar a decisão sobre o anúncio das medidas na área cambial, que chegou a ser planejado para a sexta-feira passada e foi adiado para esta semana. Agora, pode ficar para a próxima”, informa a Folha de S.Paulo.
A prudência, neste caso, é bem-vinda. Em situações de turbulência é melhor aguardar o horizonte desanuviar-se para seguir a viagem. Mas não deixa de ser ilustrativa da maneira hesitante com que a equipe econômica petista costuma mover-se. Parece faltar-lhe convicção.
Igual titubeio marca a implementação do ajuste fiscal – tão frágil quanto ainda incerto. A intenção de reduzir gastos do Orçamento foi anunciada em 9 de fevereiro; a divulgação do montante a ser limado veio 20 dias depois e, já passada mais uma quinzena, quase nada se sabe sobre como serão, de fato, feitos os cortes. Não basta só anunciar, tem que fazer.
Tais idas e vindas reiteram a ampla dependência da economia brasileira ao desempenho global. Não que isso seja uma surpresa ou uma grande descoberta. Nada mais é do que a regra do jogo num mundo fortemente integrado. A novidade está no fato de as autoridades petistas estarem admitindo isso. É melhor que, desta vez, o governo não confunda tsunami com marolinha.
terça-feira, 15 de março de 2011
FOTOS DO MASSACRE EM ISRAEL
A DISCRIÇÃO DA MORTE E UMA EXCESSÃO NECESSÁRIA
ou PORQUE ISRAEL DECIDIU MOSTRAR AS FOTOS DO MASSACRE EM ITAMAR
Enterro da Família Fogel uniu milhares de Israelenses na manhã desta segunda-feira.
"D'us recolhe as lágrimas dos que choram pelos íntegros que morrem e as guarda em Seu tesouro" (Talmud)
Em julho de 2008 o grupo terrorista Hizbollah entregou os corpos dos soldados israelenses Ehud Goldwasser e Eldad Regev, que foram capturados e mortos em 2006. A Cruz Vermelha informou que os soldados israelenses morreram em decorrência de ferimentos, provavelmente provocados por uma execução. Quando a organização terrorista mostrou para a mídia os dois caixões negros, Israel prometeu libertar cinco prisioneiros capturados na Guerra do Líbano. E foi o que fez, após confirmarem que os corpos eram mesmo dos soldados desaparecidos.
Dois detalhes chamaram a atenção neste episódio. Primeiro, o fato dos soldados israelenses terem sido executados no mesmo dia em que os terroristas os seqüestraram, enquanto outros terroristas, presos pelas Forças de Defesa de Israel, recebiam tratamento humano supervisionado por Organizações JUDAICA de Direitos Humanos!
O segundo detalhe que chamou atenção foi que entre os terroristas libertados em troca dos corpos estavam cinco elementos da mais alta periculosidade para a segurança de Israel: Maher Qorani, Mohammad Srour, Hussein Suleiman, Khodr Zeidan e Samir Kantar. Este último, preso desde 1979, foi condenado pelo assassinato de cinco israelenses e era considerado na época o prisioneiro libanês mais importante. Chamado em Israel de "O Mal em Pessoa", Samir Kantar foi perdoado formalmente pelo então presidente Shimon Peres que afirmou ter tomado uma das decisões mais difíceis da sua vida.
Na oportunidade, o dirigente israelense destacou que aquele gesto não significava de maneira alguma "perdão para os atos de Kantar", mas sim um dia triste para todos os israelenses, pois soltar assassinos não era algo fácil.
Shimon Perez disse então que "Israel tinha a obrigação moral e espiritual de trazer seus soldados de volta para casa".
Mas, por que Israel valoriza tanto o simbolismo de resgatar corpos? E por que chora
seus mortos em segredo, enquanto os inimigos transformam cada enterro em feéricas passeatas?
Simplesmente porque Israel não espetaculariza seus mortos. Para o judeu, a morte é algo doído, que deve ser chorada apenas entre os seus. Esta é a razão pela qual os enterros palestinos têm mais visibilidade midiática que os israelenses. E como é mais midiática, o mundo se choca mais com a morte de terroristas palestinos do que de judeus inocentes.
Para entender um pouco mais a reserva que Israel faz em relação aos seus mortos, é preciso conhecer alguns aspectos da sua cultura e aquilo que os judeus chamam de Ciclo da Vida. Este começa com o Nascimento, um momento de alegria, quando acontece o Brit Milá; prossegue rumo a Maturidade, quando os rapazes fazem o Bar Mitzvah e as meninas o Bat Mitzvah e chega o momento em que as crianças tornam-se adultas, assumem responsabilidades e recebem a Bênção dos Pais. Depois disso vem o Casamento, um momento de festa. Vindo os filhos, recomeça o Ciclo. Com a chegada da morte, este Ciclo se fecha e é o momento em que eles sofrem, em família.
Resguardar aqueles que sofrem a perda de um ente querido é tão sagrado no Judaísmo quanto as demais práticas religiosas. Esta é a razão pela qual você jamais verá um enterro judaico transformado em espetáculo público, como fazem os palestinos, conduzindo em êxtase caixões decorados em passeatas públicas.
Jornal de hoje em Israel mostra filha sobrevivente chorando a morte dos pais e dos três irmãos.
Mas, por que no caso de Itamar o Governo Israelense, os ortodoxos e a família Fogel decidiram se expor? Simplesmente para dar um basta! O mundo precisa saber o que silenciosamente vem acontecendo em Israel. Foguetes caem diariamente sobre cidades fronteiriças da Faixa de Gaza e o mundo está calado. Famílias inteiras em suas casas e crianças nas escolas vivem o cruel ritual de terem que correr para abrigos a todo momento e o mundo está calado. Colonos trabalham sob tensão e ao se recolherem em suas casas no final do dia têm que manter vigilância constante, pois não sabem o que pode lhes acontecer quando a noite cai. E o mundo está calado.
Momento em que os corpos da Família Fogel é retirado de sua casa.
Israel decide não mais se calar!
O massacre de Itamar foi o corolário de uma série de barbáries que vem acontecendo há décadas em Israel. A decisão de romper o silêncio mostrando com crueza o que aconteceu à família Fogel não só foi dolorosa quando necessária.
Em 20 de Novembro de 1945, quando começou o julgamento dos Nazistas em Nuremberg, Alemanha, o promotor norte-americano Robert Jackson percebeu que estava diante de uma situação incomum. Entre os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial estavam verdadeiros monstros, mas que eram hábeis manipuladores da oratória, das artes cênicas e das emoções de quem os ouvia.
Como o julgamento arrastou-se por longos 261 dias, crápulas como Hermann Göring, surpreendentemente, começavam a granjear simpatizantes entre os membros do júri.
Robert Jackson já havia lido pilhas de depoimentos de sobreviventes dos Campos de Concentração. Os depoimentos eram tão surreais que beirava o impossível. Vendo que não estava a surtir efeito, Jackson trouxe pessoas reais para depor. Homens sem cordas vocais, mulheres esquálidas e crianças brutalmente mutiladas pelas experiências feitas nos laboratórios de Josef Mengele. Mesmo assim os resultados foram pífios.
Foi aí então que Robert Jackson jogou a cartada final: Exibiu no Tribunal um longo vídeo, gravado pelos oficiais norte-americanos assim que entraram nos Campos de Concentração. O impacto das imagens reverter completamente a situação e o julgamento terminou por condenar à morte a maioria dos réus.
Ruth tinha 35 anos, Udi tinha 36, Hadass ia completar 4 meses, Elad estava com 4 anos e Yoav completara 11. Os sobreviventes são: Tamar, de 12; Roí, de 8 e Ishay com apenas 2 anos e meio. Todas as crianças sobreviventes viram os corpos dos pais e dos irmãos massacrados e estão traumatizados.
Muito já foi escrito sobre a forma como os israelenses são aterrorizados pelos seus inimigos. Muito já foi testemunhado por sobreviventes ou parentes das vítimas israelenses. Chegou a hora do basta! Esta é a razão pela qual a Família Fogel, o Gabinete de Benyamin Netanyahu e a Mídia Israelense resolveram mostrar as imagens.
Cabe agora, a cada um de nós, fazer juízo do que está sendo mostrado e não se calar diante dos fatos. Nós não nos calaremos!
ou PORQUE ISRAEL DECIDIU MOSTRAR AS FOTOS DO MASSACRE EM ITAMAR
Enterro da Família Fogel uniu milhares de Israelenses na manhã desta segunda-feira.
"D'us recolhe as lágrimas dos que choram pelos íntegros que morrem e as guarda em Seu tesouro" (Talmud)
Em julho de 2008 o grupo terrorista Hizbollah entregou os corpos dos soldados israelenses Ehud Goldwasser e Eldad Regev, que foram capturados e mortos em 2006. A Cruz Vermelha informou que os soldados israelenses morreram em decorrência de ferimentos, provavelmente provocados por uma execução. Quando a organização terrorista mostrou para a mídia os dois caixões negros, Israel prometeu libertar cinco prisioneiros capturados na Guerra do Líbano. E foi o que fez, após confirmarem que os corpos eram mesmo dos soldados desaparecidos.
Dois detalhes chamaram a atenção neste episódio. Primeiro, o fato dos soldados israelenses terem sido executados no mesmo dia em que os terroristas os seqüestraram, enquanto outros terroristas, presos pelas Forças de Defesa de Israel, recebiam tratamento humano supervisionado por Organizações JUDAICA de Direitos Humanos!
O segundo detalhe que chamou atenção foi que entre os terroristas libertados em troca dos corpos estavam cinco elementos da mais alta periculosidade para a segurança de Israel: Maher Qorani, Mohammad Srour, Hussein Suleiman, Khodr Zeidan e Samir Kantar. Este último, preso desde 1979, foi condenado pelo assassinato de cinco israelenses e era considerado na época o prisioneiro libanês mais importante. Chamado em Israel de "O Mal em Pessoa", Samir Kantar foi perdoado formalmente pelo então presidente Shimon Peres que afirmou ter tomado uma das decisões mais difíceis da sua vida.
Na oportunidade, o dirigente israelense destacou que aquele gesto não significava de maneira alguma "perdão para os atos de Kantar", mas sim um dia triste para todos os israelenses, pois soltar assassinos não era algo fácil.
Shimon Perez disse então que "Israel tinha a obrigação moral e espiritual de trazer seus soldados de volta para casa".
Mas, por que Israel valoriza tanto o simbolismo de resgatar corpos? E por que chora
seus mortos em segredo, enquanto os inimigos transformam cada enterro em feéricas passeatas?
Simplesmente porque Israel não espetaculariza seus mortos. Para o judeu, a morte é algo doído, que deve ser chorada apenas entre os seus. Esta é a razão pela qual os enterros palestinos têm mais visibilidade midiática que os israelenses. E como é mais midiática, o mundo se choca mais com a morte de terroristas palestinos do que de judeus inocentes.
Para entender um pouco mais a reserva que Israel faz em relação aos seus mortos, é preciso conhecer alguns aspectos da sua cultura e aquilo que os judeus chamam de Ciclo da Vida. Este começa com o Nascimento, um momento de alegria, quando acontece o Brit Milá; prossegue rumo a Maturidade, quando os rapazes fazem o Bar Mitzvah e as meninas o Bat Mitzvah e chega o momento em que as crianças tornam-se adultas, assumem responsabilidades e recebem a Bênção dos Pais. Depois disso vem o Casamento, um momento de festa. Vindo os filhos, recomeça o Ciclo. Com a chegada da morte, este Ciclo se fecha e é o momento em que eles sofrem, em família.
Resguardar aqueles que sofrem a perda de um ente querido é tão sagrado no Judaísmo quanto as demais práticas religiosas. Esta é a razão pela qual você jamais verá um enterro judaico transformado em espetáculo público, como fazem os palestinos, conduzindo em êxtase caixões decorados em passeatas públicas.
Jornal de hoje em Israel mostra filha sobrevivente chorando a morte dos pais e dos três irmãos.
Mas, por que no caso de Itamar o Governo Israelense, os ortodoxos e a família Fogel decidiram se expor? Simplesmente para dar um basta! O mundo precisa saber o que silenciosamente vem acontecendo em Israel. Foguetes caem diariamente sobre cidades fronteiriças da Faixa de Gaza e o mundo está calado. Famílias inteiras em suas casas e crianças nas escolas vivem o cruel ritual de terem que correr para abrigos a todo momento e o mundo está calado. Colonos trabalham sob tensão e ao se recolherem em suas casas no final do dia têm que manter vigilância constante, pois não sabem o que pode lhes acontecer quando a noite cai. E o mundo está calado.
Momento em que os corpos da Família Fogel é retirado de sua casa.
Israel decide não mais se calar!
O massacre de Itamar foi o corolário de uma série de barbáries que vem acontecendo há décadas em Israel. A decisão de romper o silêncio mostrando com crueza o que aconteceu à família Fogel não só foi dolorosa quando necessária.
Em 20 de Novembro de 1945, quando começou o julgamento dos Nazistas em Nuremberg, Alemanha, o promotor norte-americano Robert Jackson percebeu que estava diante de uma situação incomum. Entre os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial estavam verdadeiros monstros, mas que eram hábeis manipuladores da oratória, das artes cênicas e das emoções de quem os ouvia.
Como o julgamento arrastou-se por longos 261 dias, crápulas como Hermann Göring, surpreendentemente, começavam a granjear simpatizantes entre os membros do júri.
Robert Jackson já havia lido pilhas de depoimentos de sobreviventes dos Campos de Concentração. Os depoimentos eram tão surreais que beirava o impossível. Vendo que não estava a surtir efeito, Jackson trouxe pessoas reais para depor. Homens sem cordas vocais, mulheres esquálidas e crianças brutalmente mutiladas pelas experiências feitas nos laboratórios de Josef Mengele. Mesmo assim os resultados foram pífios.
Foi aí então que Robert Jackson jogou a cartada final: Exibiu no Tribunal um longo vídeo, gravado pelos oficiais norte-americanos assim que entraram nos Campos de Concentração. O impacto das imagens reverter completamente a situação e o julgamento terminou por condenar à morte a maioria dos réus.
Ruth tinha 35 anos, Udi tinha 36, Hadass ia completar 4 meses, Elad estava com 4 anos e Yoav completara 11. Os sobreviventes são: Tamar, de 12; Roí, de 8 e Ishay com apenas 2 anos e meio. Todas as crianças sobreviventes viram os corpos dos pais e dos irmãos massacrados e estão traumatizados.
Muito já foi escrito sobre a forma como os israelenses são aterrorizados pelos seus inimigos. Muito já foi testemunhado por sobreviventes ou parentes das vítimas israelenses. Chegou a hora do basta! Esta é a razão pela qual a Família Fogel, o Gabinete de Benyamin Netanyahu e a Mídia Israelense resolveram mostrar as imagens.
Cabe agora, a cada um de nós, fazer juízo do que está sendo mostrado e não se calar diante dos fatos. Nós não nos calaremos!
IMAGENS CHOCANTES
O ASSASSINATO DA FAMÍLIA DE COLONOS JUDEUS EM ITAMAR
Prezados leitores. O Blog Notícias de Sião não tem caráter sensacionalista. E nunca o terá. Mas, fazemos questão de divulgar, por um breve espaço de tempo, as imagens do brutal assassinato ocorrido na Samaria.
Um grupo de palestinos invadiu a casa de uma pacata família judia e trucidou 5 dos 8 membros. Isso numa noite de Shabat, enquanto todos dormiam.
Publico estas fotos com o coração destroçado. Sou pai e fico a imaginar o desespero deste pai judeu ao ver sua família sendo atacada de forma tão vil. Refleti muito antes de decidir se deveria ou não publicar as fotos. Acabei por fazê-lo, em caráter temporário, por achar necessário, uma vez que um grande grupo de internautas defendem os "coitados palestinos" como indefesos e inocentes vítimas dos truculentos israelenses. Balela pura.
Esta matéria ficará on-line apenas no dia de hoje. Custa a crer que seres humanos (?) saíram às ruas para comemorar como "heróico" um ato tão covarde.
Corpos dos pais junto ao filho, um bebê de 1 mês!
O filho de 3 anos, brutalmente esfaqueado enquanto dormia...
Criança de 11 anos. Violência gratuita em pleno Shabat.
NÃO FIQUE CALADO. USE O ESPAÇO DOS "COMENTÁRIOS" PARA MANIFESTAR SEU REPÚDIO.
Prezados leitores. O Blog Notícias de Sião não tem caráter sensacionalista. E nunca o terá. Mas, fazemos questão de divulgar, por um breve espaço de tempo, as imagens do brutal assassinato ocorrido na Samaria.
Um grupo de palestinos invadiu a casa de uma pacata família judia e trucidou 5 dos 8 membros. Isso numa noite de Shabat, enquanto todos dormiam.
Publico estas fotos com o coração destroçado. Sou pai e fico a imaginar o desespero deste pai judeu ao ver sua família sendo atacada de forma tão vil. Refleti muito antes de decidir se deveria ou não publicar as fotos. Acabei por fazê-lo, em caráter temporário, por achar necessário, uma vez que um grande grupo de internautas defendem os "coitados palestinos" como indefesos e inocentes vítimas dos truculentos israelenses. Balela pura.
Esta matéria ficará on-line apenas no dia de hoje. Custa a crer que seres humanos (?) saíram às ruas para comemorar como "heróico" um ato tão covarde.
Corpos dos pais junto ao filho, um bebê de 1 mês!
O filho de 3 anos, brutalmente esfaqueado enquanto dormia...
Criança de 11 anos. Violência gratuita em pleno Shabat.
NÃO FIQUE CALADO. USE O ESPAÇO DOS "COMENTÁRIOS" PARA MANIFESTAR SEU REPÚDIO.
ESTÂNCIA VELHA
Prefeito aguarda novo encontro sobre o transporte público
O prefeito Waldir Dilkin não tem medido esforços para tentar resolver o caso que envolve o transporte público no município, realizado pelas empresas Viação Montenegro e Socaltur. No dia 1º de março, o prefeito esteve reunido com representantes da Metroplan para tentar sanar o problema. Além dessa iniciativa, Dilkin já se reuniu anteriormente com representantes das duas empresas para saber da realidade de cada uma e as sugestões para amenizar suas dificuldades.
O resultado da briga tem afetado, sobretudo, a população, pois os horários das empresas mudam a todo o momento e os passageiros ficam horas esperando ônibus. "Estou no aguardo para uma nova reunião com os profissionais do setor de transportes e espero que seja em breve", ressaltou o prefeito. (ODIARIONET)
O prefeito Waldir Dilkin não tem medido esforços para tentar resolver o caso que envolve o transporte público no município, realizado pelas empresas Viação Montenegro e Socaltur. No dia 1º de março, o prefeito esteve reunido com representantes da Metroplan para tentar sanar o problema. Além dessa iniciativa, Dilkin já se reuniu anteriormente com representantes das duas empresas para saber da realidade de cada uma e as sugestões para amenizar suas dificuldades.
O resultado da briga tem afetado, sobretudo, a população, pois os horários das empresas mudam a todo o momento e os passageiros ficam horas esperando ônibus. "Estou no aguardo para uma nova reunião com os profissionais do setor de transportes e espero que seja em breve", ressaltou o prefeito. (ODIARIONET)
Atlântida poderá ter sido finalmente descoberta
Uma equipa de investigadores da Universidade de Hartford, dos Estados Unidos, poderá ter localizado a cidade perdida da Atlântida, submergida há milhares de anos no Sul de Espanha.
Richard Freund, o líder da investigação, disse à Reuters, que a cidade terá sido engolida por um tsunami e ter desaparecido. «Este é o poder dos tsunamis» e «é difícil de perceber é como um tsunami pode destruir 60 milhas de terra».
Para resolver o velho mistério da cidade perdida, a equipa de investigadores recorreu a fotografias de satélite de uma cidade submersa e mapas cartográficos do solo subaquático realizados por uma equipa arqueólogos e geólogos em 2009 e 2010 e encontrou no Norte de Cádiz o Parque Dona Ana, enterrado nos pântanos, que pertencia à antiga cidade de Atlântida.
Richard Freund refere que a descoberta corresponde a «uma cidade memorial
construída à imagem de Atlântida» descrita pelos refugiados após a destruição da cidade e que a equipa «encontrou algo que ninguém nunca viu antes, o que confere à arqueologia maior credibilidade».
Platão, filósofo grego, descreveu Atlântida há cerca de 2600 anos como «a ilha situada em frente ao estreito de Colunas de Hércules», como era conhecido o Estreito de Gibraltar na antiguidade. Através da pormenorização do local feita pelo filósofo, as buscas concentraram-se no mar Mediterrâneo e no Atlântico, tendo em vista locais possíveis da localização da cidade.
O líder da investigação afirma que os relatos de tsunamis na região têm sido constantes e o maior foi relatado com ondas de 10 metros que atingiu Lisboa a 1755.
Os especialistas planeiam proceder a escavações no local onde acreditam que Atlântida esteja situada a 150 milhas de distância da costa e onde serão observadas as formações geológicas e os artefactos da data encontrados no local. O resultado da investigação será apresentado no domingo na «Finding Atlantis».
Richard Freund, o líder da investigação, disse à Reuters, que a cidade terá sido engolida por um tsunami e ter desaparecido. «Este é o poder dos tsunamis» e «é difícil de perceber é como um tsunami pode destruir 60 milhas de terra».
Para resolver o velho mistério da cidade perdida, a equipa de investigadores recorreu a fotografias de satélite de uma cidade submersa e mapas cartográficos do solo subaquático realizados por uma equipa arqueólogos e geólogos em 2009 e 2010 e encontrou no Norte de Cádiz o Parque Dona Ana, enterrado nos pântanos, que pertencia à antiga cidade de Atlântida.
Richard Freund refere que a descoberta corresponde a «uma cidade memorial
construída à imagem de Atlântida» descrita pelos refugiados após a destruição da cidade e que a equipa «encontrou algo que ninguém nunca viu antes, o que confere à arqueologia maior credibilidade».
Platão, filósofo grego, descreveu Atlântida há cerca de 2600 anos como «a ilha situada em frente ao estreito de Colunas de Hércules», como era conhecido o Estreito de Gibraltar na antiguidade. Através da pormenorização do local feita pelo filósofo, as buscas concentraram-se no mar Mediterrâneo e no Atlântico, tendo em vista locais possíveis da localização da cidade.
O líder da investigação afirma que os relatos de tsunamis na região têm sido constantes e o maior foi relatado com ondas de 10 metros que atingiu Lisboa a 1755.
Os especialistas planeiam proceder a escavações no local onde acreditam que Atlântida esteja situada a 150 milhas de distância da costa e onde serão observadas as formações geológicas e os artefactos da data encontrados no local. O resultado da investigação será apresentado no domingo na «Finding Atlantis».
domingo, 13 de março de 2011
PARTIDO VERDE IRA COM CANDIDATURA PRÓPRIA
O PARTIDO VERDE DE ESTÃNCIA VELHA IRA COM CANDIDATURA PRÓPRIA.
HAVIA GRANDE INTERESSE DE UMA COLIGAÇÃO COM O PSB ESTÂNCIENSE,COMO EU MESMO HAVIA DIVULGADO EM MEU BLOG,MAS FOI DESCARTADA.PORQUE SEGUNDA IMFORMAÇÕES O PSB VIRÁ COM CANDIDATURA PRÓPRIA,SENDO O CANDIDATO GETÚLIO FONTOURA EX PSDB.
ENTÃO FICOU DESCARTADA A COLIGAÇÃO,PORQUE O PV NÃO SIMPATIZA COM O NOME DO PRÉ CANDIDATO DO PSB.
HAVIA GRANDE INTERESSE DE UMA COLIGAÇÃO COM O PSB ESTÂNCIENSE,COMO EU MESMO HAVIA DIVULGADO EM MEU BLOG,MAS FOI DESCARTADA.PORQUE SEGUNDA IMFORMAÇÕES O PSB VIRÁ COM CANDIDATURA PRÓPRIA,SENDO O CANDIDATO GETÚLIO FONTOURA EX PSDB.
ENTÃO FICOU DESCARTADA A COLIGAÇÃO,PORQUE O PV NÃO SIMPATIZA COM O NOME DO PRÉ CANDIDATO DO PSB.
COMUNICADO PARTIDO VERDE ESTÃNCIA VELHA
O PARTIDO VERDE DE ESTÂNCIA VELHA VEM COMUNICAR QUE TEM PESSOAS SE PASSANDO PELA EXECUTIVA DO PV E PROPONDO COLIGAÇÕES E COMVIDANDO PARA FILIAÇÕES.
MAS VENHO IMFORMAR QUE SÓ QUEM PODE FILIAR E TOMAR DECISÕES SOBRE O PV DE ESTÂNCIA VELHA É SUA EXECUTIVA.ATRAVÉS DE MINHA PESSOA RODRIGO KIRSCHNER(PRESIDENTE) SIMONE MAROSO(VICE PRESIDENTE) E PAULO LONGARAY(SECRETÁRIO)
NO MAIS, NIMGUEM ESTÁ AUTORIZADO.
MAS VENHO IMFORMAR QUE SÓ QUEM PODE FILIAR E TOMAR DECISÕES SOBRE O PV DE ESTÂNCIA VELHA É SUA EXECUTIVA.ATRAVÉS DE MINHA PESSOA RODRIGO KIRSCHNER(PRESIDENTE) SIMONE MAROSO(VICE PRESIDENTE) E PAULO LONGARAY(SECRETÁRIO)
NO MAIS, NIMGUEM ESTÁ AUTORIZADO.
sábado, 12 de março de 2011
FOTOS DO TERREMOTO NO JAPÃO
Casas e automóveis estão entre os escombros causados pela tsunami em Kesennuma, na Prefeitura de Miyagi, Japão.
Cidade do RS decreta calamidade pública por chuvas; oito já morreram
O município São Lourenço do Sul, no Rio Grande do Sul, decretou estado de calamidade pública por causa das chuvas. Segundo a Defesa Civil Estadual, a cidade já registra dois mil desalojados e 350 desabrigados. No total, estima-se que 15 mil pessoas tenham sido afetadas, de alguma forma, pelas chuvas que atingem a cidade.
As chuvas da madrugada de quinta-feira, 10, deixaram oito mortos. A Defesa Civil localizou três vítimas de afogamento por causa das enxurradas na cidade. Quatro mulheres não conseguiram deixar suas casas, que foram inundadas quando o nível do rio começou a subir e morreram. E um idoso sofreu um enfarte durante o salvamento e morreu.
A Defesa Civil já distribuiu 1,3 mil litros de água, 500 cestas básicas, 505 colchões e 200 kits dormitório aos atingidos pelas chuvas. Na próxima segunda-feira, 14, serão distribuídos mais 900 cobertores e 350 colchões.
Uma equipe do órgão está instalada no Ginásio Esporte Clube São Lourenço para receber as doações e realizar uma triagem dos materiais de ajuda humanitária. Em todo o Rio Grande do Sul, as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil são responsáveis por receber doações e, posteriormente, transportar até o ginásio em São Lourenço do Sul.
Na capital, há um posto de arrecadação de donativos no Armazém A7, no Cais do Porto. Em todos os locais, as doações estão limitadas à alimentos não perecíveis, água potável e materiais de higiene. Para mais informações sobre como fazer uma doação, a Defesa Civil disponibilizou o telefone (53) 3251-5767.
Terremoto e tsunami matam mais de 1.000 no Japão
TÓQUIO (Reuters) - O maior terremoto já ocorrido no Japão em 140 anos de medições atingiu na tarde desta sexta-feira (madrugada no Brasil) a costa nordeste do arquipélago, provocando uma onda de dez metros de altura que varreu tudo em seu caminho, incluindo casas, navios, carros e estruturas agrícolas.
Mais de 1.000 pessoas morreram na tragédia, de acordo com a mídia japonesa. Aparentemente, as pessoas morreram afogadas. A dimensão dos danos ao longo de uma extensa faixa costeira e o grande número de desaparecidos indicam que o número de mortos pode aumentar.
Milhares de moradores foram retirados de uma área perto de uma usina nuclear na localidade de Fukushima, a norte de Tóquio, por temores de um vazamento radioativo. Autoridades disseram, no entanto, que o sistema de resfriamento não estava em nível crítico.
Ressaltando a gravidade da preocupação com a usina, a Força Aérea dos EUA entregou líquido resfriador na instalação nuclear, informou a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton.
Um alerta de tsunami foi emitido ao longo do oceano Pacífico, mas países populosos da região como Taiwan, Austrália e Nova Zelândia já suspenderam o alerta.
Por causa do tsunami, a população japonesa foi orientada a fugir de áreas costeiras para terrenos mais elevados.
Foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência de notícias Kyodo.
Mesmo para um país acostumado a terremotos, a devastação era impressionante.
Eu fiquei apavorado e ainda estou com medo', disse Hidekatsu Hata, 36 anos, gerente de um restaurante no bairro de Akasaka, em Tóquio. 'Eu nunca vivi um terremoto dessa magnitude antes.'
O primeiro-ministro Naoto Kan disse a políticos que eles precisam 'salvar o país' após o desastre, que segundo ele causou danos profundos em toda a faixa norte do país.
O tremor dividiu uma rodovia perto de Tóquio e derrubou vários prédios no nordeste japonês. Um trem estava desaparecido na região litorânea atingida pelo tsunami.
Um navio que levava 100 pessoas foi levado pelo tsunami, de acordo com a agência Kyodo, e imagens de TV mostraram a força da água, escurecida pelos destroços, carregando casas e carros e levando embarcações do mar para a terra.
Algumas usinas nucleares e refinarias de petróleo foram paralisadas, e havia fogo em uma refinaria e numa grande siderúrgica.
300 CORPOS
Cerca de 4,4 milhões de imóveis ficaram sem energia no norte do Japão, segundo a imprensa. Um hotel desabou na cidade de Sendai, e há temores de que haja soterrados. Na mesma cidade, 300 corpos foram encontrados pela polícia.
Impressionantes imagens de TV mostraram o tsunami carregando destroços e incêndios em uma grande faixa litorânea perto de Sendai, que tem cerca de 1 milhão de habitantes. Navios foram erguidos do mar e jogados no cais, onde ficaram caídos de lado.
Sendai fica a 300 quilômetros de Tóquio, e o epicentro do tremor, no mar, não fica muito distante dessa região.
A gigante eletrônica Sony, um dos maiores exportadores do país, fechou seis fábricas, informou a Kyodo. O Banco do Japão (Banco Central) prometeu medidas para assegurar a estabilidade do mercado financeiro, mas o iene e as ações de empresas japonesas registraram queda.
Filipinas, Taiwan e Indonésia emitiram alertas de tsunami, reavivando a lembrança do gigantesco maremoto que atingiu a Ásia em dezembro de 2004. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico advertiu sobre riscos em países tão distantes quanto Colômbia, Chile e Peru, no outro lado do Pacífico, mas nada se concretizou até o momento.
O terremoto no Japão foi o quinto mais forte do mundo no último século.
Houve vários tremores secundários após o terremoto principal. Em Tóquio, os edifícios sacudiram violentamente. Uma refinaria de petróleo perto da cidade estava em chamas, com dezenas de tanques de armazenamento sob ameaça.
A emissora NHK mostrou chamas e colunas de fumaça negra saindo de um prédio em Odaiba, um subúrbio de Tóquio, e trens-balas que seguiam para o norte do país parados.
Fumaça escura também encobria uma região industrial em Yokohama. A TV mostrou moradores da cidade correndo para deixar prédios atingidos pelo tremor, protegendo as cabeças com as mãos enquanto destroços caiam sobre elas.
'O prédio sacudiu por bastante tempo e muitas pessoas na redação pegaram seus capacetes e se esconderam debaixo da mesa', disse a correspondente da Reuters em Tóquio Linda Sieg.
'Isso foi provavelmente o pior que eu já vivi desde que vim morar no Japão há mais de 20 anos'
O tremor aconteceu pouco antes do fechamento do mercado em Tóquio, derrubando o índice Nikkei para a cotação mais baixa em cinco semanas. O desastre também prejudicou mercados em outras partes do mundo.
Mais de 1.000 pessoas morreram na tragédia, de acordo com a mídia japonesa. Aparentemente, as pessoas morreram afogadas. A dimensão dos danos ao longo de uma extensa faixa costeira e o grande número de desaparecidos indicam que o número de mortos pode aumentar.
Milhares de moradores foram retirados de uma área perto de uma usina nuclear na localidade de Fukushima, a norte de Tóquio, por temores de um vazamento radioativo. Autoridades disseram, no entanto, que o sistema de resfriamento não estava em nível crítico.
Ressaltando a gravidade da preocupação com a usina, a Força Aérea dos EUA entregou líquido resfriador na instalação nuclear, informou a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton.
Um alerta de tsunami foi emitido ao longo do oceano Pacífico, mas países populosos da região como Taiwan, Austrália e Nova Zelândia já suspenderam o alerta.
Por causa do tsunami, a população japonesa foi orientada a fugir de áreas costeiras para terrenos mais elevados.
Foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência de notícias Kyodo.
Mesmo para um país acostumado a terremotos, a devastação era impressionante.
Eu fiquei apavorado e ainda estou com medo', disse Hidekatsu Hata, 36 anos, gerente de um restaurante no bairro de Akasaka, em Tóquio. 'Eu nunca vivi um terremoto dessa magnitude antes.'
O primeiro-ministro Naoto Kan disse a políticos que eles precisam 'salvar o país' após o desastre, que segundo ele causou danos profundos em toda a faixa norte do país.
O tremor dividiu uma rodovia perto de Tóquio e derrubou vários prédios no nordeste japonês. Um trem estava desaparecido na região litorânea atingida pelo tsunami.
Um navio que levava 100 pessoas foi levado pelo tsunami, de acordo com a agência Kyodo, e imagens de TV mostraram a força da água, escurecida pelos destroços, carregando casas e carros e levando embarcações do mar para a terra.
Algumas usinas nucleares e refinarias de petróleo foram paralisadas, e havia fogo em uma refinaria e numa grande siderúrgica.
300 CORPOS
Cerca de 4,4 milhões de imóveis ficaram sem energia no norte do Japão, segundo a imprensa. Um hotel desabou na cidade de Sendai, e há temores de que haja soterrados. Na mesma cidade, 300 corpos foram encontrados pela polícia.
Impressionantes imagens de TV mostraram o tsunami carregando destroços e incêndios em uma grande faixa litorânea perto de Sendai, que tem cerca de 1 milhão de habitantes. Navios foram erguidos do mar e jogados no cais, onde ficaram caídos de lado.
Sendai fica a 300 quilômetros de Tóquio, e o epicentro do tremor, no mar, não fica muito distante dessa região.
A gigante eletrônica Sony, um dos maiores exportadores do país, fechou seis fábricas, informou a Kyodo. O Banco do Japão (Banco Central) prometeu medidas para assegurar a estabilidade do mercado financeiro, mas o iene e as ações de empresas japonesas registraram queda.
Filipinas, Taiwan e Indonésia emitiram alertas de tsunami, reavivando a lembrança do gigantesco maremoto que atingiu a Ásia em dezembro de 2004. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico advertiu sobre riscos em países tão distantes quanto Colômbia, Chile e Peru, no outro lado do Pacífico, mas nada se concretizou até o momento.
O terremoto no Japão foi o quinto mais forte do mundo no último século.
Houve vários tremores secundários após o terremoto principal. Em Tóquio, os edifícios sacudiram violentamente. Uma refinaria de petróleo perto da cidade estava em chamas, com dezenas de tanques de armazenamento sob ameaça.
A emissora NHK mostrou chamas e colunas de fumaça negra saindo de um prédio em Odaiba, um subúrbio de Tóquio, e trens-balas que seguiam para o norte do país parados.
Fumaça escura também encobria uma região industrial em Yokohama. A TV mostrou moradores da cidade correndo para deixar prédios atingidos pelo tremor, protegendo as cabeças com as mãos enquanto destroços caiam sobre elas.
'O prédio sacudiu por bastante tempo e muitas pessoas na redação pegaram seus capacetes e se esconderam debaixo da mesa', disse a correspondente da Reuters em Tóquio Linda Sieg.
'Isso foi provavelmente o pior que eu já vivi desde que vim morar no Japão há mais de 20 anos'
O tremor aconteceu pouco antes do fechamento do mercado em Tóquio, derrubando o índice Nikkei para a cotação mais baixa em cinco semanas. O desastre também prejudicou mercados em outras partes do mundo.
segunda-feira, 7 de março de 2011
DICAS VERDES
Você sabia que cada brasileiro gera, em média, 600 gramas a um quilo de lixo por dia? Evite o desperdício!
Em BH, só sacolinhas biodegradáveis
Começou a valer neste mês uma lei municipal que permite apenas o uso de sacolinhas biodegradáveis (como as feitas com amido de milho) nas padarias, supermercados, lojas, drogarias e outros pontos de varejo de Belo Horizonte (MG). Elas serão vendidas a R$ 0,19 no comércio.
As sacolas biodegradáveis parecem com as sacolas de plástico comuns, mas, por serem feitas com material orgânico, elas se decompõem em 180 dias e podem servir de adubo para o solo. As sacolas plásticas comuns e as chamadas oxibiodegradáveis não poderão mais ser oferecidas aos consumidores. Quem desrespeitar a legislação pode pagar multas de até R$ 1 mil.
Porém, nos próximos 45 dias, a fiscalização não será punitiva. Nesse período, a ideia é conscientizar a população com a campanha 'Sacola Plástica Nunca Mais'. Os estabelecimentos participantes da campanha terão um modelo de sacola retornável que será vendida a R$ 1,98 preço de custo. As lojas e mercados deverão incentivar o uso de alternativas mais sustentáveis, como carrinhos e caixas de papelão. Em Belo Horizonte são utilizadas 157 milhões de sacolinhas plásticas ao ano e o objetivo é reduzir o uso em 80%.
Eletrobras Amazonas Energia inicia construção de termelétricas sem licença ambiental
A denúncia de um repórter do jornal A Crítica, de Manaus, levou a titular da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas (SDS), Nádia Ferreira, e o presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Ademir Strosky, a uma visita aos municípios de Codajás, Anori, Anamã e Caapiranga nesta sexta-feira. Eles foram averiguar se a empresa Eletrobras Amazonas Energia estaria construindo termoelétricas movidas a gás natural sem a licença ambiental (licença de instalação) necessária para a emissão da ordem de serviço da obra.
Após a confirmação da irregularidade, as obras nos quatro municípios foram embargadas e só poderão ser reiniciadas após concluído todo o processo de licenciamento ambiental.
'Houve uma falta grave cometida pela empresa Amazonas Energia ao descumprir a legislação ambiental. O Amazonas anseia há muito tempo por uma energia limpa e estamos muito próximos dessa realidade. Porém, não a qualquer custo, sem o processo de licenciamento, sem ouvir a sociedade durante as audiências públicas que ainda não ocorreram', declara a titular da SDS, Nádia Ferreira, por meio de assessoria de imprensa.
A secretária afirma ainda que as multas deverão ser severas diante da gravidade da falta cometida, já que houve danos de cunho processual e ambiental.
Na vistoria ficou comprovado que as obras foram contratadas em 28 de outubro de 2010, e a entrega do EIA/RIMA no Ipaam ocorreu somente em 1º. de dezembro do mesmo ano. O presidente do Ipaam, Ademir Strosky, declara que a multa gerada pela ausência da licença ambiental nas quatro obras autuadas e embargadas já está em mais de 1 milhão de reais e poderá aumentar. 'Os relatórios que serão emitidos e as notificações dessa ação de fiscalização poderão determinar a lavratura de outros autos de infração', explica Strosky.
Em nota de esclarecimento enviada à imprensa, a Eletrobras Amazonas Energia afirmou que, por uma atitude equivocada, o engenheiro responsável pela implantação das usinas baseou-se na Licença Prévia emitida no dia 24 de março de 2010 pela SDS, e também na apresentação do EIA/RIMA datado do dia 1º de dezembro de 2010 pelo Departamento de Meio Ambiente da Eletrobras Amazonas Energia, tendo decidido dar início às obras de construção das usinas sem a obtenção do documento final (licença de instalação).
As usinas termelétricas são compensações pela construção do gasoduto Coari-Manaus, que corta os quatro municípios em questão.
A empresa afirmou ainda em sua nota que as obras de construção das termelétricas somente serão retomadas após tudo estar perfeitamente regularizado junto aos órgãos ambientais. Enquanto isso, continuará atendendo normalmente à demanda de energia elétrica das referidas cidades, utilizando óleo diesel como combustível.
quinta-feira, 3 de março de 2011
''Belo Monte ameaça o futuro sustentável da Amazônia''
''Belo Monte ameaça o futuro sustentável da Amazônia''
A construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no centro do Pará, ainda enfrenta oito ações do Ministério Público Federal (MPF) pendentes de julgamento. Para o procurador da República Felício Pontes Junior, que encabeça todos os processos contra a usina desde 2005 (quando o governo Lula retomou o projeto), a usina virou 'um festival de irregularidades'.
Porque o sr. é contra a usina?
Estudos mostram que o aumento da potencia de usinas já existentes e o investimento em melhoria nas linhas de transmissão significariam nove Belo Montes em produção energética a um custo econômico e ambiental infinitamente menor. O próprio governo diz que a usina, depois de construída, ficará parada a maior parte do ano. Belo Monte é de longe a obra com mais graves impactos ambientais da história do Brasil.
Que tipo de impacto ambiental ela pode provocar?
Calculamos que 273 espécies de peixes estão ameaçadas com o secamento da volta grande do rio Xingu. Além disso, a água do rio, em Altamira, pode apodrecer, sem contar com a possibilidade de remoção de povos indígenas, que significa genocídio.
Na sua opinião, o que motiva a pressa do governo?
A eleição teve influência. Tanta violência e falta de rigor técnico deveu-se à vontade de fazer o leilão antes das eleições. Na prestação de contas da eleição, as empreiteiras, maiores beneficiárias de Belo Monte, aparecem como principais doadoras de todos os candidatos.
Quais são as principais irregularidades apontadas pelo Ministério Público Federal para impedir a realização da obra?
Consideramos Belo Monte um dos empreendimentos mais graves do ponto de vista da violação de direitos fundamentais na Amazônia. Em primeiro lugar, não foi feita oitiva com os indígenas afetados, como manda a Constituição, o que pode criar uma situação de conflito no Xingu. Os estudos foram aceitos incompletos, o que viola o direito da sociedade, dos cientistas brasileiros, das comunidades afetadas, de analisar os impactos antes de ir debatê-los nas audiências públicas, que acontecem 45 dias após a conclusão dos estudos.
O encaminhamento dado ao projeto dificultou o debate?
O que o Ministério Público queria ter visto eram audiências com as comunidades afetadas, o que representaria a chance para todos se manifestarem, um debate democrático e verdadeiro. Pedimos isso ao Ibama por meio de recomendação, mas aconteceu o oposto: foram apenas 4 audiências, quando 11 municípios serão afetados.
O debate não foi possível nas audiências?
Nas audiências ocorreram irregularidades gravíssimas, causadas pela postura do governo de impedir o debate, impedir o contraditório, até os membros do MP tiveram dificuldade para se manifestar, tamanho era o aparato policial e a escassez do tempo para questionamentos. Isso motivou uma ação judicial nossa também. Após as audiências realizadas nesse clima de guerra, a máquina governamental se movimentou como rolo compressor. Houve pressão sobre procuradores, com representações da Advocacia Geral da União acusações absurdas - tudo já arquivado, por sinal.
Como começou o conflito?
No ano 2000, representantes do povo Juruna disseram que encontraram nas margens do rio várias tábuas com números gravados. Eram réguas de medição. Os índios temiam que fosse mais uma tentativa de construir uma barragem no Xingu. Começamos imediatamente uma investigação. Os estudos para a construção da usina já estavam avançados.
Na prática, se o projeto continuar, o que vai mudar na região do Xingu na sua opinião?
Se Belo Monte for construída na forma como o governo pretende, sem um debate mais profundo , Brasil estará jogando no lixo a chance de construir o desenvolvimento sustentável na Amazônia.
A construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no centro do Pará, ainda enfrenta oito ações do Ministério Público Federal (MPF) pendentes de julgamento. Para o procurador da República Felício Pontes Junior, que encabeça todos os processos contra a usina desde 2005 (quando o governo Lula retomou o projeto), a usina virou 'um festival de irregularidades'.
Porque o sr. é contra a usina?
Estudos mostram que o aumento da potencia de usinas já existentes e o investimento em melhoria nas linhas de transmissão significariam nove Belo Montes em produção energética a um custo econômico e ambiental infinitamente menor. O próprio governo diz que a usina, depois de construída, ficará parada a maior parte do ano. Belo Monte é de longe a obra com mais graves impactos ambientais da história do Brasil.
Que tipo de impacto ambiental ela pode provocar?
Calculamos que 273 espécies de peixes estão ameaçadas com o secamento da volta grande do rio Xingu. Além disso, a água do rio, em Altamira, pode apodrecer, sem contar com a possibilidade de remoção de povos indígenas, que significa genocídio.
Na sua opinião, o que motiva a pressa do governo?
A eleição teve influência. Tanta violência e falta de rigor técnico deveu-se à vontade de fazer o leilão antes das eleições. Na prestação de contas da eleição, as empreiteiras, maiores beneficiárias de Belo Monte, aparecem como principais doadoras de todos os candidatos.
Quais são as principais irregularidades apontadas pelo Ministério Público Federal para impedir a realização da obra?
Consideramos Belo Monte um dos empreendimentos mais graves do ponto de vista da violação de direitos fundamentais na Amazônia. Em primeiro lugar, não foi feita oitiva com os indígenas afetados, como manda a Constituição, o que pode criar uma situação de conflito no Xingu. Os estudos foram aceitos incompletos, o que viola o direito da sociedade, dos cientistas brasileiros, das comunidades afetadas, de analisar os impactos antes de ir debatê-los nas audiências públicas, que acontecem 45 dias após a conclusão dos estudos.
O encaminhamento dado ao projeto dificultou o debate?
O que o Ministério Público queria ter visto eram audiências com as comunidades afetadas, o que representaria a chance para todos se manifestarem, um debate democrático e verdadeiro. Pedimos isso ao Ibama por meio de recomendação, mas aconteceu o oposto: foram apenas 4 audiências, quando 11 municípios serão afetados.
O debate não foi possível nas audiências?
Nas audiências ocorreram irregularidades gravíssimas, causadas pela postura do governo de impedir o debate, impedir o contraditório, até os membros do MP tiveram dificuldade para se manifestar, tamanho era o aparato policial e a escassez do tempo para questionamentos. Isso motivou uma ação judicial nossa também. Após as audiências realizadas nesse clima de guerra, a máquina governamental se movimentou como rolo compressor. Houve pressão sobre procuradores, com representações da Advocacia Geral da União acusações absurdas - tudo já arquivado, por sinal.
Como começou o conflito?
No ano 2000, representantes do povo Juruna disseram que encontraram nas margens do rio várias tábuas com números gravados. Eram réguas de medição. Os índios temiam que fosse mais uma tentativa de construir uma barragem no Xingu. Começamos imediatamente uma investigação. Os estudos para a construção da usina já estavam avançados.
Na prática, se o projeto continuar, o que vai mudar na região do Xingu na sua opinião?
Se Belo Monte for construída na forma como o governo pretende, sem um debate mais profundo , Brasil estará jogando no lixo a chance de construir o desenvolvimento sustentável na Amazônia.
Tribunal Regional Federal libera licença de instalação da Usina de Belo Monte
O canteiro de obras da Usina de Belo Monte pode voltar a ser construído. É o que determinou o presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Olindo Menezes, que suspendeu decisão de um juiz do Pará. Ele entendeu que não há necessidade de cumprimento de todas as condicionantes listadas na licença prévia para a emissão da licença de instalação inicial da hidrelétrica.
Segundo o desembargador, o 'material técnico juntado aos autos demonstra que o requerente tem monitorado e cobrado o cumprimento das diretrizes e exigências estabelecidas para proceder ao atendimento de requerimentos de licenças para a execução de novas etapas do empreendimento'.
A decisão do presidente do tribunal regional também diz que o juiz do Pará invadiu a esfera de discricionariedade da administração e usurpou a competência privativa da administração pública de conceder licença de instalações iniciais específicas. Para Menezes, quem tem competência para isso é o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Na última sexta-feira, o juiz federal Ronaldo Desterro determinou a suspensão imediata da licença de instalação do canteiro de obras atendendo a um pedido do Ministério Público Federal. O motivo do pedido é o descumprimento de exigências de instalação como a recuperação de áreas degradadas, a adequação da infraestrutura urbana, a regularização fundiária de áreas afetadas e programas de apoio a indígenas da região.
Em recurso ao tribunal regional, o Ibama afirmou que 'nem todas as condicionantes listadas na licença prévia devem ser cumpridas antes da emissão da licença de instalação' e que as condicionantes serão exigidas no momento oportuno.
Segundo o desembargador, o 'material técnico juntado aos autos demonstra que o requerente tem monitorado e cobrado o cumprimento das diretrizes e exigências estabelecidas para proceder ao atendimento de requerimentos de licenças para a execução de novas etapas do empreendimento'.
A decisão do presidente do tribunal regional também diz que o juiz do Pará invadiu a esfera de discricionariedade da administração e usurpou a competência privativa da administração pública de conceder licença de instalações iniciais específicas. Para Menezes, quem tem competência para isso é o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Na última sexta-feira, o juiz federal Ronaldo Desterro determinou a suspensão imediata da licença de instalação do canteiro de obras atendendo a um pedido do Ministério Público Federal. O motivo do pedido é o descumprimento de exigências de instalação como a recuperação de áreas degradadas, a adequação da infraestrutura urbana, a regularização fundiária de áreas afetadas e programas de apoio a indígenas da região.
Em recurso ao tribunal regional, o Ibama afirmou que 'nem todas as condicionantes listadas na licença prévia devem ser cumpridas antes da emissão da licença de instalação' e que as condicionantes serão exigidas no momento oportuno.
terça-feira, 1 de março de 2011
Com aumento do mínimo, seguro-desemprego também é reajustado
SÃO PAULO – A partir desta terça-feira (1), quem for dispensado do emprego sem justa causa poderá contar com valores maiores do seguro-desemprego.
Isso porque, por conta da alteração no valor do salário mínimo, que agora é de R$ 545, o Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), por meio da Resolução 663, alterou os valores a serem recebidos no seguro-desemprego, que terá como base de cálculo a aplicação do percentual de 0,9259%.
O novo cálculo considera três faixas salariais: de até R$ 899,66, de R$ 899,66 a R$ 1.499,58 e acima de R$ 1.499,58.
No primeiro caso, o valor da parcela será o resultado da média dos três últimos salários anteriores à dispensa multiplicado por 0,8.
Para quem se encontra na segunda faixa salarial, contudo, o cálculo é diferente. Aqui o valor da parcela será a soma da média dos três últimos salários anteriores à dispensa multiplicada por 0,8, até o limite de R$ 899,66, com o excedente multiplicado por 0,5.
Para o terceiro caso, de acordo com o Codefat, o valor da parcela será, invariavelmente, de R$ 1.010,34.
Reajuste
Também nesta terça-feira (1), passou a vigorar o valor do novo salário mínimo, que passou de R$ 540 para R$ 545.
Dessa forma, conforme a Lei 12.382, o valor diário do mínimo será o equivalente a R$ 18,17 e o valor por hora será de R$ 2,45.
Para os anos seguintes, de 2012 a 2015, o reajuste do salário mínimo levará em consideração a inflação acumulada no ano anterior, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), e o PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos atrás.
Isso porque, por conta da alteração no valor do salário mínimo, que agora é de R$ 545, o Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), por meio da Resolução 663, alterou os valores a serem recebidos no seguro-desemprego, que terá como base de cálculo a aplicação do percentual de 0,9259%.
O novo cálculo considera três faixas salariais: de até R$ 899,66, de R$ 899,66 a R$ 1.499,58 e acima de R$ 1.499,58.
No primeiro caso, o valor da parcela será o resultado da média dos três últimos salários anteriores à dispensa multiplicado por 0,8.
Para quem se encontra na segunda faixa salarial, contudo, o cálculo é diferente. Aqui o valor da parcela será a soma da média dos três últimos salários anteriores à dispensa multiplicada por 0,8, até o limite de R$ 899,66, com o excedente multiplicado por 0,5.
Para o terceiro caso, de acordo com o Codefat, o valor da parcela será, invariavelmente, de R$ 1.010,34.
Reajuste
Também nesta terça-feira (1), passou a vigorar o valor do novo salário mínimo, que passou de R$ 540 para R$ 545.
Dessa forma, conforme a Lei 12.382, o valor diário do mínimo será o equivalente a R$ 18,17 e o valor por hora será de R$ 2,45.
Para os anos seguintes, de 2012 a 2015, o reajuste do salário mínimo levará em consideração a inflação acumulada no ano anterior, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), e o PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos atrás.
Declaração de voto do Partido Verde sobre o salário mínimo
A bancada do Partido Verde posicionou-se a favor da emenda apresentada pelo PDT, que é aquela que mais se aproxima da apresentada pelo PV
A bancada do Partido Verde posicionou-se a favor da emenda apresentada pelo PDT, que é aquela que mais se aproxima da apresentada pelo PV, a qual foi vítima de golpe regimental, por parte do PSDB e do DEM, com a retirada, em condições pouco transparentes, do apoiamento previamente acordado.
O ponto que nos leva a votar contra a emenda do DEM e a favor do valor defendido pelas centrais sindicais é o fato da primeira prever um aumento enquanto a segunda prevê uma antecipação. Somos favoráveis à manutenção da atual regra de valorização do salário mínimo distribuindo entre os anos de 2010 e 2012 seus ônus e seus bônus e aumentando de imediato em 3% o salário mínimo real sem comprometimento da austeridade fiscal que se faz necessária.
O alegado acréscimo de R$ 4.5 bilhões de reais é perfeitamente absorvível pelas finanças públicas federais. Há abundante campo para cortes, como: no custeio, nos cargos comissionados, no desperdício, nas verbas de publicidade e propaganda, no investimento em obras questionáveis como a BR-119, Belo Monte e o projeto do Trem Bala, sem falar em operações do BNDES que lesam o Tesouro Nacional. O PV defende aumento real para os trabalhadores e a austeridade fiscal.
Pensamos que são duas causas compatíveis e repudiamos qualquer manobra regimental que venha nos privar do direito de votar uma proposta que reflita nossa convicção.
Bancada do Partido Verde
A bancada do Partido Verde posicionou-se a favor da emenda apresentada pelo PDT, que é aquela que mais se aproxima da apresentada pelo PV, a qual foi vítima de golpe regimental, por parte do PSDB e do DEM, com a retirada, em condições pouco transparentes, do apoiamento previamente acordado.
O ponto que nos leva a votar contra a emenda do DEM e a favor do valor defendido pelas centrais sindicais é o fato da primeira prever um aumento enquanto a segunda prevê uma antecipação. Somos favoráveis à manutenção da atual regra de valorização do salário mínimo distribuindo entre os anos de 2010 e 2012 seus ônus e seus bônus e aumentando de imediato em 3% o salário mínimo real sem comprometimento da austeridade fiscal que se faz necessária.
O alegado acréscimo de R$ 4.5 bilhões de reais é perfeitamente absorvível pelas finanças públicas federais. Há abundante campo para cortes, como: no custeio, nos cargos comissionados, no desperdício, nas verbas de publicidade e propaganda, no investimento em obras questionáveis como a BR-119, Belo Monte e o projeto do Trem Bala, sem falar em operações do BNDES que lesam o Tesouro Nacional. O PV defende aumento real para os trabalhadores e a austeridade fiscal.
Pensamos que são duas causas compatíveis e repudiamos qualquer manobra regimental que venha nos privar do direito de votar uma proposta que reflita nossa convicção.
Bancada do Partido Verde
Bancada do PV manifesta apoio ao povo Líbio
Verdes pedem ao governo brasileiro que “se posicione junto à comunidade
internacional em defesa dos direitos dos nacionais daquele País”.
Liderança do Partido Verde na Câmara dos Deputados
A bancada do PV lançou manifesto em solidariedade ao povo da Líbia, que vem sofrendo com a repressão do ditador Muamnar Kadhafi quando se iniciaram os protestos contra seu regime e pela sua renúncia do poder. De acordo com a Federação Internacional para os Direitos Humanos (FIDH), mais de 600 pessoas já morreram na Líbia desde 14 de fevereiro.
No manifesto, lido no Plenário da Câmara, os verdes destacam os ataques à população, o corte no sistema de comunicação: telefone e internet, e chamam atenção para as declarações de Kadhafi de que não irá renunciar do cargo e vai intensificar a repressão. Ainda na nota, a bancada pede ao governo brasileiro que “se posicione junto à comunidade internacional em defesa dos direitos dos nacionais daquele País”.
internacional em defesa dos direitos dos nacionais daquele País”.
Liderança do Partido Verde na Câmara dos Deputados
A bancada do PV lançou manifesto em solidariedade ao povo da Líbia, que vem sofrendo com a repressão do ditador Muamnar Kadhafi quando se iniciaram os protestos contra seu regime e pela sua renúncia do poder. De acordo com a Federação Internacional para os Direitos Humanos (FIDH), mais de 600 pessoas já morreram na Líbia desde 14 de fevereiro.
No manifesto, lido no Plenário da Câmara, os verdes destacam os ataques à população, o corte no sistema de comunicação: telefone e internet, e chamam atenção para as declarações de Kadhafi de que não irá renunciar do cargo e vai intensificar a repressão. Ainda na nota, a bancada pede ao governo brasileiro que “se posicione junto à comunidade internacional em defesa dos direitos dos nacionais daquele País”.
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